Fabián Alfonso Urbina Barrios (Cagua, 22 de outubro de 1999 – Chacao, 19 de junho de 2017) foi um estudante universitário e manifestante venezuelano executado por agentes da Guarda Nacional Bolivariana durante os Protestos na Venezuela em 2017.
Morte Urbina já havia sido ferido durante um protesto em 17 de março, próximo à Universidad Pedagógica Experimental Libertador em Maracay. Em 19 de junho de 2017, Urbina participava de um protesto no distribuidor de Altamira em Caracas quando um guarda nacional disparou uma pistola contra os manifestantes, ferindo-o mortalmente e atingindo mais cinco pessoas. Urbina foi transferido para a clínica El Ávila, onde deu entrada sem sinais vitais aos 17 anos. O Ministério Público identificou os responsáveis e ordenou sua prisão. O ministro do Interior Néstor Reverol admitiu que a Guarda Nacional foi responsável por sua morte.
Uma marcha em memória de Fabián Urbina foi marcada para 20 de junho; embora tenha sido remarcada para 21 de junho devido à passagem da tempestade tropical Bret, muitos ainda assim se manifestaram em meio à tempestade. No dia seguinte, centenas marcharam até a sede da Organização dos Estados Americanos (OEA) no leste de Caracas, passando pelo local onde Fabián Urbina foi morto pelo guarda nacional.
Em 13 de julho, foi convocada uma marcha noturna em homenagem aos mortos durante os protestos, incluindo Urbina, passando pelos locais onde os manifestantes faleceram. O inspetor dissidente do CICPC Óscar Pérez fez uma aparição surpresa na marcha, antes de sair e desaparecer.
O assassinato de Fabián Urbina foi documentado em um relatório de um painel de especialistas independentes da OEA, considerando que poderia constituir um crime contra a humanidade cometido na Venezuela, juntamente com outras mortes ocorridas durante os protestos.
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