Fernanda Glória Bruno é uma professora e pesquisadora de comunicação e psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Suas pesquisas são uma referência no estudo de temas como: tecnologia, subjetividade, corpo, tecnologias de comunicação, cibercultura, cognição, vigilância e visibilidade.

Atuação profissional A pesquisadora é membro-fundadora da Rede Latino-americana de Estudos em Vigilância, Tecnologia e Sociedade LAVITS, criada em 2009, que tem como objetivo principal ser um meio de intercâmbio entre pesquisadores, ativistas e artistas latino-americanos interessados ​​nas conexões entre vigilância, tecnologia e sociedade. Ela também coordena o MediaLab, um laboratório da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, criado em 2012, cujo foco é a pesquisa transdisciplinar sobre a relação entre tecnologia, política e sociedade.

Em 2023, Fernanda Bruno foi uma das mediadoras do 1º Seminário de Geração Cidadã de Dados, evento voltado para organizações e coletivos da sociedade civil que trabalham com dados para a transformação social. Bruno também alerta para risco de uso de IA como terapeuta e realiza pesquisas sobre os efeitos das IAs gerativas de imagens. Ela defende a adoção do princípio da precaução, seguindo o modelo do direito ambiental. Isso significa que, é preciso que as empresas de tecnologia estabeleçam protocolos para quando não se é capaz de prever os efeitos que determinadas ferramentas tecnológicas podem produzir no mundo.

Principais livros publicados/organizados

Máquinas de ver, modos de ser: vigilância, tecnologia e subjetividade (Sulina, 2013) Tecnopolíticas da Vigilância: perspectivas da margem (2018, Boitempo)

Referências

Categoria:Pesquisadores da inteligência artificial