SEXINT é a prática de monitorar e/ou caracterizar/indexar as preferências pornográficas de usuários da internet com o objetivo de, posteriormente, usar essas informações para chantagem. O termo é uma aglutinação formada a partir de sexual intelligence (inteligência sexual), no contexto de alvos de serviços de inteligência, e foi usado pela primeira vez por Jennifer Granick, Diretora de Liberdades Civis no Centro de Internet e Sociedade de Stanford.
Usos O termo foi usado pela primeira vez especificamente em referência à prática do membro dos Cinco Olhos, a Agência de Segurança Nacional (NSA) dos Estados Unidos da América. Não está claro com que frequência esses programas e métodos são usados em comparação com outras iniciativas dos Cinco Olhos, como o Optic Nerve (GCHQ) e o XKEYSCORE.
Um documento vazado da NSA de outubro de 2012 identificou seis pessoas, todas muçulmanas, que o documento chamou de "radicalizadores" e apresentou como potenciais alvos desse método. O documento não acusa nenhum dos seis alvos de envolvimento em planos terroristas, mas afirma que "a NSA acredita que os indivíduos visados radicalizam pessoas através da expressão de ideias controversas via YouTube, Facebook e outros sites de redes sociais".
Ver também Carta do FBI a Martin Luther King Jr.
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