Gustavo I (n. Rydbo ou Lindholmen, – m. Estocolmo, ; também conhecido como Gustavo Vasa) foi rei da Suécia de 1523 até sua morte em 1560.

Nasceu em 12 de maio de 1496, provavelmente na fazenda de sua família em Lindholmen ou em Rydbo. Era filho de Érico João Vasa e sua mãe era Cecília Månsdotter. A sua família tinha o nome de Vasa, e pertencia à nobreza sueca. O seu nome era Gustavo Eriksson, tendo sido mais tarde a partir do chamado de Gustavo Vasa (Gustav Vasa).

Gustavo é considerado o fundador da Suécia moderna, tendo introduzido a monarquia absoluta e hereditária, a administração nacional centralizada e a fé protestante luterana como religião de estado, com uma igreja nacional sueca regida pelo rei e não pelo Papa. Entre os seus filhos, estão três reis da Suécia: Érico XIV, João III e Carlos IX.

Foi o regente do reino (riksföreståndare) de 1521 até sua ascensão ao trono em 1523, período em que decorreu a Guerra de Libertação da Suécia contra o rei Cristiano II da Dinamarca. Originário da nobreza sueca, Gustavo Vasa liderou o movimento rebelde anti-dinamarquês, após o Banho de Sangue de Estocolmo, no qual seu pai foi morto. Conseguiu o apoio da aristocracia local e de setores do campesinato independente.

Foi eleito rei, em 6 de junho de 1523, pelo Parlamento da Suécia (Riksdagen) reunido na cidade de Strängnäs. A sua triunfante entrada em Estocolmo onze dias depois, significaram o fim da monarquia eletiva da Suécia medieval e também o fim da União de Kalmar.

Gustavo Vasa deixou a seus sucessores um país com uma economia próspera e uma administração eficiente, a caminho da posição de grande potência regional.

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