Francisco Manuel Bergstrom Monteiro Barbosa foi um farmacêutico e arqueólogo português, que, oriundo de uma família de ilustres médicos e farmacêuticos, se destacou em Rio Maior, em meados do século XX, à frente da Farmácia Cândido Barbosa, bem como pelos seus trabalhos de exploração arqueológica na região de Alcobertas. Biografia Após obter a sua licenciatura em farmácia, na Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra, onde, no início da década de 1950, pertenceu à Tuna Académica da Universidade de Coimbra, tocando viola, assumiu a direção da histórica e icónica Farmácia Cândido Barbosa, em Rio Maior, fundada por seu avô paterno, o farmacêutico Cândido Carril Barbosa.
O seu nome surge mencionado quer no «Livro de Atas n.º 6 das sessões da Direção do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos correspondentes ao período de 5 de novembro de 1959 a 13 de novembro de 1963» quer no «Livro de Atas n.º 7 das sessões da Direção do Sindicato Nacional dos Farmacêuticos correspondentes ao período de 19 de novembro de 1963 a 31 de outubro de 1967».
Dedicou-se também à arqueologia, tendo, juntamente com seu pai, explorado a região das Alcobertas e colocado a descoberto a estação de Castro São Martinho]Conforme trabalho de sua coautoria publicado em separata ao primeiro volume de "Actas e Memórias do 1.º Congresso Nacional de Arqueologia", realizado em Lisboa, de 15 a 20 de dezembro de 1958.Conforme trabalho de sua coautoria intitulado "Foicinha de Bronze do Castelo de S. Martinho", trabalho realizado nas ruínas do Castro de São Martinho] sob o patrocínio do Instituto de Alta Cultura e publicado pela Associação Portuguesa para o Progresso das Ciências..
Foi agraciado pela Câmara municipal de Rio Maior com a «Medalha do Concelho».
É filho do também arqueólogo e médico-cirurgião Francisco Cândido Monteiro Barbosa (1908-1965) e enteado da médica anestesista, que também foi subdelegada de saúde em Rio Maior, Maria Laudelina Coelho Pereira Monteiro Barbosa (1918-2001).
É neto paterno de Maria da Visitação Monteiro Barbosa e Cândido Carril Barbosa, farmacêutico e dono fundador da Farmácia Cândido Barbosa, sita no centro histórico de Rio MaiorNos primeiros capítulos do romance «A Filha do Capitão», de José Rodrigues dos Santos, mescla de ficção com realidade histórica, a farmácia Cândido Barbosa, de Rio Maior, aparece durante a infância do protagonista Afonso Brandão, que parte uma janela daquele estabelecimento, jogando à bola na praça principal, e o proprietário – o doutor Barbosa – vai diretamente à família do garoto queixar-se do vidro quebrado https://www.gradiva.pt/produto/a-filha-do-capitao/].
É irmão consanguíneo de José Manuel Pereira Monteiro Barbosa (1948-2022), médico-cirurgião, que foi docente na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, bem como chefe e diretor do serviço de cirurgia do Hospital Distrital de Santarém, e de Maria da Visitação Pereira Monteiro Barbosa, engenheira química e professora da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
É tio de Francisco Cândido Xavier Teixeira Monteiro Barbosa, Isabel Maria Monteiro Barbosa Moreira Cravo], médica neurorradiologista, assistente graduada do Hospital de Cascais e mestre em estratégia de investimento e internacionalização, Pedro Monteiro Barbosa Moreira Cravo, político e Miguel Monteiro Barbosa Moreira Cravo, juristaIn Governo da região administrativa especial de Macau – Direção de Serviços dos Assuntos de Justiça – Concurso para admissão ao curso de formação de notários privados, n.º 77, página 4, consultado em 27 de agosto de 2026.
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