Vítor Nogueira (Vila Real, 1966) é um gestor cultural e escritor português.

Vive e trabalha em Vila Real. Entre outros equipamentos daquela cidade, dirigiu durante uma década o Teatro Municipal e atualmente dirige a Biblioteca Pública. . Paralelamente, tem vindo a publicar em obras coletivas e em diversas revistas literárias portuguesas e estrangeiras, como a Granta, a Colóquio/Letras, a Telhados de Vidro, a Grisu, a Suroeste (Espanha), a Gratuita (Brasil), a Poezija (Croácia), a Luvina (México) ou a antologia de poesia portuguesa contemporânea V tazhnite dni ne govorim za ptitsihttp://knigabg.com/index.php?page=book&id=50122 (Bulgária). Poemas seus foram traduzidos para inglês (por Ana Hudson), para russo (por Andrei Sen-Senkov), para croata (por Tanja Tarbuk), para búlgaro por Maria Georgieva e Tsocho Boyadzhievhttps://seen.bg/article/5-kakvo/2560-knigi-nashite-5 e para alemão por Bernhard Inderst. Um conto seu foi traduzido para castelhano (por Renato Sandoval Bacigalupo), por ocasião da Feria Internacional del Libro de Guadalajara de 2018.

Livros publicados Diário de uma escola de província (crónica), Plátano, Lisboa, 1998. A volta ao mundo em 50 poemas (poesia), Editorial Minerva, Lisboa, 1999. Ecologia e democracia: potenciais conflitos de uma difícil relação (ensaio), Universidade do Minho, Braga, 2000 (fora do mercado). Introdução ao pensamento ecológico (ensaio), Plátano, Lisboa, 2000. Memória de Avelino Patena (ensaio), Arquivo Distrital de Vila Real, Vila Real, 2000. Águas públicas de Vila Real: do século XIII ao século XX (ensaio), SMAS, Vila Real, 2001. Senhor Gouveia (poesia), Averno, Lisboa, 2006. O ciclone de 1941 (ensaio, com Elísio Amaral Neves), Cruz Vermelha Portuguesa, Vila Real, 2007. Bagagem de mão (poesia), & etc., Lisboa, 2007. A Central do Biel: um enquadramento para a musealização da primeira central hidroeléctrica portuguesa (ensaio), Fundação Museu do Douro, Peso da Régua, 2008. Comércio tradicional (poesia), Averno, Lisboa, 2008. Mar largo (poesia), & etc., Lisboa, 2009. Quem diremos nós que viva? (poesia), Averno, Lisboa, 2010. Modo fácil de copiar uma cidade (poesia), & etc., Lisboa, 2011. Coração (poesia, plaquette), O Homem do Saco, Lisboa, 2013. Segunda voz (poesia), Averno, Lisboa, 2014. Nos 175 anos da Biblioteca Pública Municipal de Vila Real (ensaio), Biblioteca Municipal de Vila Real, Vila Real, 2014.http://id.bnportugal.gov.pt/bib/bibnacional/1903843 Amanhã logo se vê (romance), Averno, Lisboa, 2015.Recensão a Amanhã logo se vê, no programa O Livro do Dia, da TSF (14/9/2015) Cantochão (poesia), Averno, Lisboa, 2017.Recensão a Cantochão, no programa O Livro do Dia, da TSF (TSF, 16/1/2018) Falésia (romance), Assírio & Alvim, Lisboa, 2019. ISBN 978-972-37-2091-4. Rés-do-chão (teatro), Averno, Lisboa, 2021. História de Vila Real: Idade Média (ensaio), Batuta Fidalga e Direção Regional de Cultura do Norte, Vila Real, 2022. ISBN 978-989-33-3548-2. Seis calçadas lajeadas do concelho de Vila Real (ensaio), Município de Vila Real, Vila Real, 2023.http://id.bnportugal.gov.pt/bib/bibnacional/2158087 O Andor da Senhora da Pena: História, território e identidade (ensaio), Município de Vila Real, 2024.http://id.bnportugal.gov.pt/bib/bibnacional/2194545 A Central do Biel: História e musealização da primeira central hidroeléctrica portuguesa (ensaio), Central do Biel — Museu de Arqueologia Industrial, Vila Real, 2024.http://id.bnportugal.gov.pt/bib/bibnacional/2194541

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