Maria da Purificação Lopes, Mãe Bada de Oxalá, Olufã Deii,Bada (Olufã Deii) quer dizer “guerreiro que anuncia sua chegada”. SANTOS, Maria Stella de Azevedo. Meu Tempo é Agora. São Paulo. Editora Oduduwa. 1993. Página 113. (Salvador, meados do século dezenove — 1941) iaquequerê,Geralmente conhecidos como "mãe" ou "pai pequeno". É um cargo auxiliar da mãe-de-santo e a substitui na sua ausência. Quando morre uma ialorixá, a iaquequerê toma conta da casa até que seja feito o jogo para indicar a sucessora. assumiu temporariamente os destinos do terreiro de candomblé Ilê Axé Opô Afonjá em Salvador, após o falecimento de Eugênia Ana dos Santos, Mãe Aninha, Ọbá Bii.
Biografia Mãe Bada assumiu temporariamente o dia-a-dia do Axé, após o falecimento de Mãe Aninha. Segundo relato de Mãe StellaSANTOS, Maria Stella de Azevedo. Meu Tempo é Agora. São Paulo. Editora Oduduwa. 1993. Ver seção Bibliografia.:
Segundo o Sr. José de Ribamar Feitosa Daniel,Transcurso do centenário de criação do Terreiro Ilê Axé Opô Afonjá. Mãe Bada ajudou muitos terreiros a solidificarem-se, iniciou várias pessoas em outros terreiros da Bahia, a exemplo do reconhecido Oxumarê, na Avenida Vasco da Gama, em Salvador, e o terreiro de Ciriaco (Manoel Ciriáco de Jesus) Neste último, no ano de 1936 iniciou na nação iorubá (nagô, Queto) o jovem Taoiá (falecido) e a menina Carmelita Luciana de Souza (Carmelita Luciana Pinto, depois do casamento), então com sete anos. Carmelita (Carmélia) também filha de Oxoguiã é conhecida por "Xagui". Mãe Xagui, quase octogenária, é a ialorixá de terreiro sito no Pero Vaz (Salvador) fundado por sua mãe Archanja Maria de Brito (Cassutu) filha de Xangô iniciada pela gaucha Maria Neném, a qual fora igualmente a mãe-de-santo de Ciriaco e Bernardino do tradicional terreiro angola Bate Folha.
Deoscóredes Maximiliano dos Santos, Mestre Didi, em seu livro História de Um Terreiro Nagô, escreveSANTOS, Deoscóredes Maximiliano dos. História de Um Terreiro Nagô, página 16. Ver seção Bibliografia.:
Bibliografia SANTOS, Maria Stella de Azevedo. Meu Tempo é Agora. São Paulo. Editora Oduduwa. 1993. SANTOS, Deoscóredes Maximiliano dos. História de Um Terreiro Nagô. 2a.edição. Editora Max Limonad. 1988.
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