Joaquim Nunes Claro (São Mamede, Lisboa, 20 de março de 1878 — Santa Maria e São Miguel, Sintra, 4 de Maio de 1949) foi um médico e escritor português.Grande Livro dos Portugueses

Era filho do padeiro Pedro Nunes Claro, natural de Aveiro (freguesia de Cacia), e de sua mulher Gertrudes Maria Cardoso, natural da Moita (freguesia de Alhos Vedros).

A 8 de setembro de 1907, casou na Igreja Paroquial de Nossa Senhora das Mercês, em Lisboa, com Olímpia Virgínia Romeiras de Macedo (São Paulo, Lisboa, c. 1878), doméstica, filha de Eduardo Augusto de Macedo, natural de Cantanhede, e Eugénia Carolina Romeiras de Macedo, natural de Montemor-o-Novo.

Como médico trabalhou, durante a Primeira Guerra Mundial, no hospital militar em Hendaia.

Como escritor pode-se referir que a tertúlia Clária, que era frequentada por Álvaro de Castro, Matos Sequeira, Henrique de Vilhena e outros, deve o seu nome ao poeta Joaquim Claro.

Colaborou em revistas como Revista nova (1901-1902), e D. Quixote, Arte & vida (1904-1906), Atlântida (1915-1920) e no periódico O Azeitonense (1919-1920).

Morreu vítima de tumor maligno do estômago a 4 de maio de 1949, em sua casa, na Rua do Mercado, n.º 1, freguesia de Santa Maria e São Miguel, em Sintra. Foi sepultado em jazigo no cemitério municipal de Sintra.

Obras Oração da Fome e a Cinza das Horas

Ver também Lista de poetas

Bibliografia Enciclopédia Larousse (vol. 5)

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