Estação-fantasma é a designação que se costuma aplicar às estações ferroviárias fora de uso ou de serviço. Podem encontrar-se fora de uso porque a sua construção não foi terminada ou porque, embora tenham estado em uso durante algum momento, foram fechadas por algum motivo.
Esta designação pode aplicar-se ainda a estações que alguma vez foram planejadas, mas nunca construídas, devido a modificações no traçado da rede.
thumb|right|250px|Leito de plataforma abandonado na Estação Pedro II, no Metrô de São Paulo, que serviria para uma linha que não chegou a sair do papel. Alguns exemplos de estações-fantasma são:
Linha do Sul (Portugal): Alvito-A (em Monsanto, Lisboa) — construída em 1999; sem acabamentos e nunca inaugurada. Cercanías Barcelona: Vallcarca Cercanías Málaga: estação perto de Campamento Benitez Ferrocarrils de la Generalitat Valenciana: Faitanar. Metrô de Barcelona: estações de Gaudí, Correus e Banc. Metrô de Berlim: as que cruzavam o Muro de Berlim e que foram fechadas durante a Guerra Fria. Metrô de Estocolmo: Estação de Kymlinge (nunca inaugurada). Metrô de Londres: As estações-fantasma do Metro de Londres contam-se às dezenas. Algumas existem há décadas e encontraram uso como refúgios durante a Segunda Guerra Mundial ou como local para filmagens. Metrô de Madrid: estações de Chamberí (agora museu) e as de Arroyo del Fresno e Hospital del Henares (não inauguradas). Metrô de Paris: várias estações, entre as quais Haxo (nunca inaugurada). Metrô de Santiago: várias. Metrô de Buenos Aires: San José vieja, Pasco sul e Alberti norte. Metrô de Monterrey: Lerdo de Tejada foi inaugurada anos depois da construção da linha 1 do metro Metrô do Rio de Janeiro: Estações Morro São João e Carioca possuem plataformas nunca utilizadas e prontas há mais de vinte anos. Metrô de São Paulo: Estações Paraíso e Pedro II têm plataformas nunca utilizadas abaixo do nível atual do metrô.
Categoria:Estações ferroviárias