miniaturadaimagem|Pessoas diversas utilizando telefones celulares Nomofobia é caracterizada por ansiedade, estresse ou desconforto resultante da falta de acesso pleno ao telefone celular e suas funcionalidades.

História e etimologia O termo tem origem de nomophobia em inglês, uma abreviação de "No Mobile Phone Phobia"; ou seja, uma fobia de ficar sem o telefone celular. O termo surgiu em um estudo pioneiro dos correios do Reino Unido que avaliava o estresse causado pelo uso excessivo do celular. Nesse estudo, realizado pelo instituto YouGov, 53% dos participantes sofriam de nomofobia, demonstrando preocupação em caso de perda do aparelho ou impossibilidade de usar suas funcionalidades.

O termo fobia é inapropriado pois, muitas vezes, trata-se de um transtorno de ansiedade.

Prevalência Uma revisão sistemática com mais de 12 mil participantes em dez países apresentou o resultado de que a prevalência de nomofobia de moderada a grave é de aproximadamente 70%, enquanto que a severa é de aproximadamente 21%. Estudantes universitários são os mais afetados. É considerado um problema emergente da atualidade.

Sintomas Indivíduos com nomofobia mantém o celular perto de si a todo tempo, inclusive enquanto dormem; evitam contato visual e preferem conexões virtuais; e frequentemente checam o celular para observar se receberam alguma notificação. Os indivíduos sentem estresse, desconforto, irritabilidade e ansiedade devido a ideia de estar sem o celular ou à inabilidade de utilizá-lo.

Ligações externas Vídeo de reportagem realizada pelo Jornal Hoje da Rede Globo Medo de estar incontáctavel Nomofobia: uso abusivo de celular gera novas doenças, como o "Efeito Google"

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