Júlio de Carvalho Barata (Manaus, — Rio de Janeiro, ) foi um político brasileiro.Biografia na página do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil (CPDOC).

Tomou posse como ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST) em 17 de setembro de 1946. Nessa instituição, foi vice-presidente no período de 04/06/1958 a 03/01/1960 e presidente para a gestão de 1960 a 1962, sendo reconduzido ao cargo para a gestão de 1962 a 1964. Atuou também como Corregedor Geral da Justiça do Trabalho de 1964 a 1965 e, após recondução, de 1965 a 1966. Aposentou-se do TST em 2 de maio de 1969.

Na sua juventude, foi membro do Estado-Maior da Ação Social Brasileira (Partido Nacional Fascista), dizendo-se há muito "ardoroso partidário de um regime fascista" para o Brasil. Também foi diretor do periódico A Batalha, principal veículo de informações do PNF. Em 1938, demonstrou-se anti-integralista ao dizer que o Integralismo pretende a luta armada e a guerra civil para a tomada de poder.

Foi ministro do Trabalho e Previdência Social no governo Emílio Garrastazu Médici, de 30 de outubro de 1969 a 15 de março de 1974.

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