Osvino Ferreira Alves (Itaqui, — Rio de Janeiro, ) foi um militar brasileiro.
Após os estudos preparatórios, ingressou na Escola Militar do Realengo, no Rio de Janeiro, em abril de 1915. Foi declarado Aspirante a Oficial da arma de Artilharia em dezembro de 1918. Promovido a Segundo Tenente em dezembro do ano seguinte, cursou a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais em 1920 e em janeiro de 1921 passou a Primeiro Tenente.
Em fevereiro de 1925 foi promovido a Capitão e, em junho de 1943, a Coronel. Em setembro de 1956 foi promovido a General de Divisão e chegou a General de Exército em 1959.
No período de agosto de 1951 a dezembro de 1958, comandou a 3ª Divisão de Infantaria, em Santa Maria.
Comandou o III Exército, de 24 de novembro de 1958 a 5 de abril de 1961.
Em 1960 levantou a hipótese de uma revolta popular caso Jânio Quadros, representante do "entreguismo", vencesse as eleições.
Entre 5 de maio e 17 de setembro de 1961, foi Chefe do Departamento-Geral do Pessoal.
Em 18 de setembro de 1961, assumiu o comando do I Exército, sediado no Rio de Janeiro, garantindo sempre o livre movimento de forças populares e sendo um dos principais conselheiros de João Goulart. Permaneceu nessa função até 1 de agosto de 1963..
Em janeiro de 1964 foi nomeado presidente da Petrobras.
Com o Golpe de 1964 e a promulgação do AI-1, que permitia punições extralegais de adversários do novo regime, foi destituído do cargo e preso durante alguns dias no Forte de Copacabana, tendo seus direitos políticos cassados. Sofreu longo processo, acusado de haver autorizado a paralisação da refinaria de Cubatão (SP), em 1 de abril de 1964.
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