A economia de São Cristóvão e Neves é fortemente dependente do turismo, que substituiu o açúcar como principal atividade após a década de 1970. Após uma seca em 2005, o governo fechou diversas usinas, após décadas de perdas de 3 a 4% do PIB por ano. Para compensar as perdas, o governo iniciou um programa de diversificação da agricultura e para estimular outros setores, como o turismo, as manufaturas voltadas para exportação, e o sistema bancário offshore. O crescimento econômico do país foi superior à média da América Latina entre 2004 e 2006, porém desde este ano vem decrescendo.
PIB (2000): US$ 317,7 milhões Crescimento do PIB (2000): 3,8% Inflação (2000): 1,8% Desemprego (1997): 4,5% Exportações (2000): US$ 53,2 milhões Importações (2000): US$ 151,5 milhões Composição setorial do Produto Interno Bruto: agricultura (3,5%), indústria (25,8%), serviços (70,7%). (Dados de 2001) Pauta de exportação: açúcar e melaço, maquinaria elétrica. Pauta de importação: manufaturas, maquinaria e equipamento de transporte, alimentos, petróleo e derivados. Principais parceiros comerciais: EUA, Reino Unido, Trinidad e Tobago. Exportações brasileiras (2000): US$ 89.690,00 Importações brasileiras em (2000): US$ 3.261,00
Em junho de , a OCDE incluiu o país entre os paraísos fiscais, por atrair investimentos sigilosos, concedendo isenção de impostos, para facilitar a lavagem de dinheiro.