Marcado por revoltas, a Revolução industrial, e o crescimento da classe média, o período da Restauração europeia (1814-1848) refere-se à luta por parte dos partidários da monarquia europeia pela legitimidade interna contra os carbonários e por vezes militares (ver: Decembristas russos) que seguiam os ideais jacobinos da Revolução Francesa. Essas guerras espalhavam os ideais de liberalismo e socialismo por toda a Europa.

Os monarcas europeus (como João VI de Portugal, Fernando I das Duas Sicílias, Fernando I da Áustria, Frederico Guilherme III da Prússia, e Carlos X da França) viram esses movimentos como uma tentativa de subjugar seus tronos. Em resposta, eles tentaram afirmar seu conservadorismo e a legitimidade monárquica, mas apenas "jogaram lenha na fogueira". A mudança finalmente se fez claro durante as difundidas revoluções de 1848.

Os monarcas responderam ou abdicando ou aderindo aos princípios democráticos e constitucionais (ver: Monarquia constitucional). Devido a essa conturbada época, após a derrota do jacobitismo e a implantação do protestantismo liberal por parte dos ingleses, o continente europeu ficou politicamente afastado da Grã-Bretanha e atrasado em relação à Revolução Industrial.

Iniciativas primitivas de Restauração Congresso de Viena (1814-1815) Restauração Francesa (1814-1830)

Alianças feitas para assegurar a Restauração Europeia Santa Aliança (1815-1825) Aliança Quádrupla (1814-1818) Aliança Quíntupla (1818-1825) Concerto da Europa (1815-1848)

Falha da Restauração Europeia Revoluções de 1848

Estados não afetados pelas revoluções de 1848 Rússia (praticamente sem classe média rebelde) Espanha (facções não eram unidas) Reino Unido (boa relação com as facções)

Categoria:História da Europa Categoria:Restauração monárquica