As Línguas românicas orientais são línguas românicas que se desenvolveram na península itálica e no sudeste da Europa, principalmente na Romênia e na Moldávia. A maioria são derivadas do grupo Línguas ítalo-dálmatas e do romeno e, portanto, dos colonos romanos antigos - ou romanizados - criados na época de Trajano na Dácia. Como todas as línguas românicas, estas derivam do Latim. Línguas ítalo-dálmatas Línguas ítalo-românicas Língua italiana (Itália) Italiano Central (Itália) Língua napolitana (Itália) Língua siciliana (Itália) Língua corsa (França) Judeo-italiano (Itália) Línguas dálmato-românicas Língua dálmata (†) Língua istriota'''
Romeno ou daco-romeno (Romênia) Língua istrorromena (Croácia) Arromeno (Grécia, Bulgária, Macedônia do Norte, Albânia, Sérvia) Romeno meglesita (Grécia)
Nos Balcãs, há também uma idioma que alguns estudiosos descrevem como em parte românico: a Língua albanesa. Algumas línguas românicas da península balcânica desapareceram: o dalmático e panônico (ver Romania submersa).
As línguas românicas orientais são faladas por cerca de:
69.100.000 italianos, suíços e imigrantes ao redor do mundo 23.500.000 romenos e moldavos 500.000 italianos 250.000 arromenos
História
Várias centenas de anos após o domínio do Império Romano na região, a forma local do latim vulgar evoluiu para o proto-romeno, uma língua que tinha a maioria dos recursos do romeno moderno. Devido as invasões estrangeiras (ver Romênia na Idade Média) e a migração dos pastores valacos (ver na Valáquia), entre 800 d.C e 1200 d.C dividiram o proto-romeno em cinco línguas distintas: o daco-romeno (hoje chamado de romeno na Roménia e na Moldávia), arromeno, valaco, megleno-romeno e o istrorromeno.