Paul Morand (París, 13 de março de 1888 - París, 24 de julho de 1976) foi um diplomata, novelista, dramaturgo e poeta francês, considerado um modernista.
Carreira Gerou muitas tempestades ao longo de quase todo o século XX, devido à sua irreverência literária e à recusa em seguir as modas do pós-guerra, abordando temas demasiado ousados para a época. As suas escolhas políticas infelizes condenaram-no perante a opinião pública e levaram a ser banido, por um longo período, do panorama literário francês, tendo sido até, considerado como persona non grata. Esteve exilado e só após a sua polémica eleição para a Academia Francesa, viu a sua obra, de novo, publicada em França.Oliveira, Maria (2005). O universo feminino em Tendres stocks de Paul Morand, Universidade de Aveiro
Livros publicados
Fouquet ou Le Soleil offusqué, edições Gallimard, Paris, 1961. Ouvert la nuit (1922) Fermé la nuit (1923) L'Europe galante Bucarest(1935) L'Homme pressé (1940) Venises (1970) Journal inutile (memórias em 2 volumes, 2002) Rien que la terre, Magie noire (1927), Paris-Tombouctou, New York (1929), Champions du monde (1930), Papiers d'identité (1930), Air indien, Londres, Rococó, La route des Indes, L'heure qu'il est, crônicas de viagem. Le dernier jour de l'Inquisition, Le flagellant de Séville, Le coucou et le roitelet, L'eau sous les ponts, Hécate et ses chiens, La folle amoureuse, Fin de siècle (1957), Nouvelles d'une vie, Les écarts amoureux.
Bibliografia Ginette Guitard-Auviste, Paul Morand, préface de Pierre de Boisdeffre, avec cinq textes inédits (Éditions universitaires, 1956, puis nouvelle édition, Balland, 1994) O amor não é um sentimento, é uma arte.É preciso que os pobres sejam tão pobres que não lhes reste senão se revoltarem.Paul Morand
Ligações externas
Categoria:Membros da Academia Francesa Categoria:Poetas da França Categoria:Dramaturgos da França Categoria:Romancistas da França Categoria:Diplomatas da França Categoria:Poetas do modernismo Categoria:Alunos do Instituto de Estudos Políticos de Paris