Odacir Zonta (Encantado, ) é um técnico contábil, professor, agricultor e político brasileiroOdacir Zonta, Memória Política de Santa Catarina, em memoriapolitica.alesc.sc.gov.br, atualmente sem partido.
Vida pessoal Zonta nasceu em 1945, filho de Severino Sebastião Zonta e de Dileta Frare Zonta. Casou com Rita Zonta, com quem teve Clodoaldo e Ronaldo.
Concluiu os primeiros estudos na Escola Estadual de Lindóia do Sul/SC, fez o curso ginasial no Colégio São José e o curso Técnico em Contabilidade no Colégio Nossa Senhora do Rosário, ambos em Concórdia/SC.
Começou sua carreira profissional como escrituário da Sadia, em Concórdia, em 1963.
Formou-se em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Palmas/PR, em 1975.
Atuou como professor no Colégio Cenecista Vital Felipe Casarotto, em Ipumirim/SC.
Ao longo de sua carreira, atuou em diversas associações relacionadas aos profissionais da contabilidade e à agricultura.
Carreira Política Foi vice-prefeito de Ipumirim em duas oportunidades: entre 1969 e 1973, e entre entre 1973 e 1977, em ambas ocasiões concorrendo pela Aliança Renovadora Nacional (ARENA).
Foi Secretário de Agricultura do Estado de Santa Catarina entre 1985 a 1987, durante a gestão de Esperidião Amin.
Foi prefeito de Concórdia, com mandato de 1 de janeiro de 1989 a 31 de dezembro de 1992, eleito pelo Partido Democrático Social.
Foi deputado estadual de Santa Catarina, na 13ª legislatura (1995 — 1999) e na 14ª legislatura (1999 — 2003), pelo PPB. Entre 1999 e 2002 assumiu pela segunda vez o cargo de Secretário de Estado de Agricultura, no segundo governo de Amin.
Foi deputado federal por Santa Catarina na 52ª legislatura (2003 — 2007) e na 53ª legislatura (2007 — 2011), pelo Partido Progressista (PP). Atuou em temas relacionados aos interesses da agricultura, como os debates sobre o código florestal e a investigação sobre a atuação da Parmalat no Brasil.
Na 54ª Legislatura (2011-2015) chegou a tomar posse como deputado federal devido ao indeferimento do registro de candidatura do deputado João Pizzolatti, que foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa. No entanto, Pizzolatti foi beneficiado pela decisão do Supremo Tribunal Federal que considerou inaplicável a Lei da Ficha Limpa nas eleições de 2010, tendo tomado posse no cargo de deputado federal no lugar de Zonta, que passou a ser o primeiro suplente do Partido Progressista (PP).
Em 2011 se filiou ao recém-criado Partido Social Democrático (PSD).
Em 2013 deixou o PSD e se filiou ao Partido Socialista Brasileiro (PSB). Nas eleições de 2014 concorreu ao cargo de deputado federal pelo (PSB), acabando como suplente. Exerceu o cargo em 2018 em virtude do afastamento do deputado Jorge Boeira.
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