thumb|right|150px| Kamon imperial japonês — um crisântemo desbrochado. thumb|right|150px|Kamon do primero-ministro japonês — uma paulownia. (plural mon), também , , e são os símbolos heráldicos japoneses ou emblemas dos clãs (família). No campo de batalha, o mon serviu para para classificar os clãs (família) e região do exército e eram pintados no sashimono.

No período Edo o , popularizou-se como um vestuário oficial, usados em ocasiões formais. A padronização do haori levou à formalização final com a fixação de emblemas familiares. O mon era fixado normalmente na parte posterior e anterior dos ombros e abaixo da gola, nas costas. Tanto os daimyos, xoguns e a Corte Imperial passaram a conceder os símbolos para certas famílias.

A popularidade dos emblemas diminuiu com o fim do sistema feudal, especialmente depois da Restauração Meiji, em 1868. Após a criação da nova Constituição, as pessoas se tornaram mais interessadas em realizações individuais do que manter o controle de sua linhagem.

Com a abertura do Japão ao mundo ocidental várias pessoas começaram a usar esses símbolos para representarem suas empresas. Atualmente as empresas tentam agregar o uso do mon com conceituadas técnicas de marketing de forma a serem facilmente identificadas pela sociedade, mantendo então uma proximidade com o público-alvo, onde pode ser citado o uso do kamon utilizado pela Japan Airlines da década de 1950 até 2008 o qual ficou conhecido como tsuru-maru e que segundo a própria empresa o objetivo era fazer uso de um símbolo fortemente japonês. Uma variação do kamon de três castanhas de água é usado para o conglomerado japonês Mitsubishi.

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