Soneto 12 é um dos 154 sonetos de William Shakespeare. O poeta menciona uma série de imagens de mortalidade, como um relógio, uma flor murcha, uma árvore seca e de outono, etc. Então, na "virada" no começo do terceiro quarteto, o poeta admite que o jovem a quem o poema é dirigido deve ir entre as "perdas de tempo", assim como todas as outras imagens referidas. A única maneira por meio da qual ele pode lutar contra o tempo, Shakespeare propõe, é a procriação, ou seja, fazer uma cópia de si mesmo.
Traduções Tradução de Thereza Christina Rocque da Motta
Tradução de Ivo Barroso Outra tradução disponível é a de Ivo Barroso SHAKESPEARE, William. “30 Sonetos”. Tradução: Ivo Barroso. 1991. Editora Nova Fronteira. _______________. “Sonetos”. Tradução: Jorge Wanderley. 2a. Edição. 1991. Civilização Brasileira.
Outras consultas Alden, Raymond. The Sonnets of Shakespeare, with Variorum Reading and Commentary. Boston: Houghton-Mifflin, 1916. Baldwin, T. W. On the Literary Genetics of Shakspeare's Sonnets. Urbana: University of Illinois Press, 1950. Booth, Stephen. Shakespeare's Sonnets. New Haven: Yale University Press, 1977. Dowden, Edward. Shakespeare's Sonnets. London, 1881. Hubler, Edwin. The Sense of Shakespeare's Sonnets. Princeton: Princeton University Press, 1952. Schoenfeldt, Michael (2007). The Sonnets: The Cambridge Companion to Shakespeare’s Poetry. Patrick Cheney, Cambridge University Press, Cambridge. Tyler, Thomas (1989). Shakespeare’s Sonnets. London D. Nutt. Vendler, Helen (1997). The Art of Shakespeare's Sonnets. Cambridge: Harvard University Press.
Ligações externas Análise do soneto
Categoria:Sonetos de William Shakespeare