Adelto Gonçalves é doutor em Letras na área de Literatura Portuguesa e mestre na área de Língua Espanhola e Literatura Espanhola e Hispano-americana pela Universidade de São Paulo (USP)https://bv.fapesp.br/pt/pesquisador/86961/adelto-rodrigues-goncalves. Exerce funções como assessor de imprensa. Foi professor titular da Universidade Paulista (Unip), da Universidade Santa Cecília (Unisanta) e da Universidade São Judas-Unimonte, em Santos (São Paulo), e do Centro Universitário Amparense (Unifia), de Amparo-SP. Fez trabalho de pós-doutoramento com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo (Fapesp) em 1999-2000. O trabalho foi publicado com o título "Bocage: o perfil perdido" pela Editorial Caminho, de Lisboa, em 2003https://revistapesquisa.fapesp.br/bocage-o-perfil-perdido/, e ganhou a sua edição brasileira em 2021 pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulohttps://www.boqnews.com/colunas/em-busca-de-rastros-de-bocage/.
Atuação Na área de Letras, é professor de Literatura Portuguesa, Brasileira e dos Países de Expressão Portuguesa, de Língua Espanhola e Literaturas Espanhola e Hispano-americana e Leitura e Produção de Textos. É professor também nas disciplinas de Comunicação e Expressão. Metodologia e Pré-Projetos, Orientação de Trabalho de Conclusão de Curso, Legislação e Ética em Jornalismo, Introdução às Ciências da Informação, Técnicas de Redação e Expressão, História da Comunicação e do Jornalismo, Introdução às Técnicas do Jornalismo, Redação Jornalística, Jornal-Laboratório, Sistemas Internacionais de Comunicação e Estudos Antropológicos, Filosóficos e Sócio-Culturais do Homem.
Jornalista desde 1972, trabalhou em O Estado de S. Paulo, Folha de S.Paulo, Editora Abril e A Tribuna, de Santoshttps://www.triplov.com/letras/adelto_goncalves/index.htm. Foi correspondente em Lisboa da revista Época em 1999-2000http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,ERT182941-15220-182941-3934,00.html. É colunista do jornal As Artes entre as Letras, do Portohttps://artesentreasletras.com.pt/wp-content/uploads/2021/11/Artes302.pdf, e colaborador dos jornais Diário dos Açores, A Tribuna, de Santos, Jornal Opção, de Goiânia https://www.jornalopcao.com.br/opcao-cultural/adalberto-de-queiroz-vozes-do-passado-em-versos-432906/, e revistas Vértice e Colóquio/Letras, de Lisboa, Revista Brasileira, da Academia Brasileira de Letras, Forma Breve, da Universidade de Aveirohttps://proa.ua.pt/index.php/formabreve/article/view/7608, e Revista do Cesp (Centro de Estudos Portugueses), da Universidade Federal de Minas Geraishttp://www.periodicos.letras.ufmg.br/index.php/cesp/article/view/6745, além de escrever para sites do Brasil e Portugal. É membro da Academia Brasileira de Filologia, do Rio de Janeirohttp://www.filologia.com.br/pagpess.htm. É assessor de imprensa informal do Centro Lusófono Camões da Universidade Estatal Pedagógica Hertzen, de São Petersburgo, Rússiahttps://noticias.unisanta.br/campus/professor-de-jornalismo-adelto-goncalves-e-indicado-assessor-do-centro-lusofono-camoes-de-sao-petersburgo.
Literatura
Estreou na literatura em 1977 com o livro de contos Mariela Morta (Ourinhos-SP, Complemento Editorial). Em 1980, ganhou o Prêmio Nacional José Lins do Rego da Livraria José Olympio Editora, do Rio de Janeiro, com o livro Os vira-latas da madrugada (Rio de Janeiro, Livraria José Olympio Editora, 1981)http://revista-iberoamericana.pitt.edu/ojs/index.php/Iberoamericana/article/view/4030 https://www.boqnews.com/colunas/o-romance-de-adelto/. Em 1986, obteve o Prêmio Fernando Pessoa da Fundação Cultural Brasil-Portugal, participando do livro Estudos sobre Fernando Pessoa. Em 1997, publicou Fernando Pessoa: a Voz de Deus, pela Editora da Universidade Santa Cecília (Unisanta), de Santoshttps://noticias.unisanta.br/comunicacao/estudo-de-adelto-goncalves-e-apontado-como-pioneiro-na-obra-de-fernando-pessoa Em 2012, publicou Tomás Antônio Gonzaga na Série Essencial da Academia Brasileira de Letrashttps://noticias.unisanta.br/artes-cultura/livro-de-adelto-goncalves-ganha-edicao-da-academia-brasileira-de-letras. Em 1999, publicou o seu primeiro livro em Portugal: o romance Barcelona Brasileira (Lisboa, Editora Nova Arrancada), que saiu no Brasil em 2002 pela Publisher Brasil, de São Paulo https://www.observatoriodaimprensa.com.br/primeiras-edicoes/amor-e-tragdia-na-barcelona-brasileira/. Barcelona Brasileira e Os Vira-Latas da Madrugada fazem parte do “ciclo de romances de identidade portuária” e são estudados em vários dos ensaios reunidos em Esquinas do Mundo: ensaios sobre História e Literatura a partir do Porto de Santos (São Paulo, Dobra Editorial, 2013), do historiador Alessandro Atanes, mestre em História Social pela USP https://revistarelevo.wordpress.com/tag/esquinas-do-mundo/. Em 2015, publicou Direito e Justiça em Terras d´el-Rei na São Paulo Colonial, pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulohttps://revistapesquisa.fapesp.br/privilegios-ancestrais-2/. Em 2019, publicou O Reino, a Colônia e o Poder: o governo Lorena na capitania de São Paulo - 1788-197 também pela Imprensa Oficial do Estado de São Paulohttps://www.jornalopcao.com.br/opcao-cultural/o-reino-a-colonia-e-o-poder-e-uma-obra-de-historia-seminal-280632/http://baiadalusofonia.blogspot.com/2019/12/uma-nova-interpretacao-da-historia-de.html. Seu ensaio “Ambiguità e ossimoro: simboli dell’universo e del mistero in Fernando Pessoa” (Ambiguidade e oxímoro: símbolo do universo e do mistério em Fernando Pessoa) faz parte do livro Studi su Fernando Pessoa, publicado por Edizioni dell’Urogallo, de Perúgia, sob a direção do professor Brunello De Cusatis, responsável pelas Cátedras de Literaturas Portuguesa e Brasileira e de Línguas Portuguesa e Brasileira da Universidade de Perúgia https://noticias.unisanta.br/artes-cultura/livro-italiano-sobre-fernando-pessoa-traz-ensaio-de-professor-da-unisanta. Escreveu prefácio para o livro Contos, de Machado de Assis (1839-1908), publicado em 2006 em edição russo-portuguesa pelo Centro Lusófono Camões da Universidade Estatal Pedagógica Hertzen, de São Petersburgo, Rússia, com o apoio da Embaixada do Brasil em Moscou. Em 2007, escreveu prefácio para o livro Contos Escolhidos, de Machado de Assis, publicado igualmente em edição bilíngüe pelo Centro Lusófono Camões e Editora Alexandria, de São Petersburgo, com apoio do Ministério das Relações Exteriores do Brasil e da Embaixada brasileira em Moscou. Os dois livros foram vertidos para o russo por tradutores do Centro Lusófono Camões aos cuidados do professor Vadim Kopyl, diretor do Centro Lusófono Camões https://noticias.unisanta.br/artes-cultura/livro-italiano-sobre-fernando-pessoa-traz-ensaio-de-professor-da-unisanta.
Premiação
Conquistou os prêmios Assis Chateaubriand de 1987 e Aníbal Freire de 1994, ambos da Academia Brasileira de Letras. Em 2000, com Gonzaga, um poeta do Iluminismo (Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999), ganhou o Prêmio Ivan Lins de Ensaios da União Brasileira de Escritores e Academia Carioca de Letras.
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