Shavei Israel (Hebreu: שבי ישראל‎, Israel Regressa) é uma organização Judia sediada em Israel que quer alcançar descendentes e supostos descendentes de Judeus à volta do Mundo e tem por meta fortalecer a ligação deles com Israel e o povo Judeu. Fundada por Michael Freund, ainda com o nome de Amishav (Hebreu para "My People Return"), embora oficialmente as duas sejam organizações distintas (ver mais abaixo) nos anos de 1970, Shavei Israel localiza Judeus perdidos e comunidades Judias escondidas e assiste-as com o regressar às suas raízes. A equipa da organização é composta de académicos, educadores e figuras rabínicas. Apesar desta aparente respeitabilidade da organização e dos seus objectivos, tem sido criticada de usar grupos não realmente Hebraicos para povoar regiões disputadas pelos Árabes, de forçar os novos convertidos a seguir uma versão do Judaísmo e da cultura judia ligada com os Asquenazis sobre a dos seus antepassados.

Objectivos Shavei Israel é activa em nove países diferentes com uma variedade de comunidades, mais notáveis sendo os Bnei Menashe do nordeste da Índia, que eles defendem são descendentes de uma das Dez Tribos Perdidas de Israel.

Shavei Israel está também extensivamente envolvida com as comunidades emergentes em Espanha, Portugal, América do Sul e Central, buscando pessoas cujos antepassados Sefárdicos foram forçados a converter ao Catolicismo durante as inquisições Espanhola e Portuguesa nessas terras. Os descendentes desses convertidos forçados eram conhecidos como Marranos, são também conhecidos como criptojudeus se mantiveram a sua fé judia em segredo, ou como Anussim se gerações mais tardias eventualmente abraçaram o Catolicismo e perderam todas as ligações com as suas raízes Judias.

Em anos recentes, Shavei Israel tem vindo a assistir um número crescente de Judeus Escondidos da era do Holocausto na Polónia quer têm começado a descobrir as raízes Judias das suas famílias. A organização está a permitir-lhes desempenhar um papel activa no reclamar da sua identidade Judia e reconstruir a vida Judia na Polónia.

Shavei Israel ajuda pessoas cuja Judaicidade foi perdida através de re-assimilação cultural a voltar a conectar com o povo Judeu.

Shavei Israel insiste que não é uma organização missionária, mas simplesmente um grupo tentando voltar a conectar pessoas com as suas raízes Judias.

Actividades Shavei Israel patrocina rabbis e professores a trabalhar com vários grupos de verdadeiros ou supostos "Judeus perdidos" em lugares tão longínquos como Índia e a Península Ibérica. Rabbis da Shavei Israel estão actualmente colocados em Palma de Maiorca, Barcelona, Valencia e Sevilha em Espanha, Belmonte no norte de Portugal, Brasil, Cracóvia e Wroclaw na Polónia, e nos Shavei Israel Hebrew Centers em Mizoram e Manipur, na Índia do Nordeste.

Mais recentemente Shavei Israel enviou o Rabbi Shlomo Zelig Avrasin às comunidades Judias Subbotnik na Rússia.Russia's Subbotnik Jews get rabbi, Ynetnews, 12.09.10.

A Shavei Israel oferece várias opções educacionais em Israel, incluindo Machon Miriam, o único instituto de conversão e regresso de-língua-Espanhola em Jerusalém. Dúzias de criptojudeus Espanhóis e Portugueses formam-se do Machon Miriam cada ano, e procedem depois a passar por conversão formal pelo Rabino Chefe de Israel.

A Shavei Israel é largamente responsável pelo reconhecimento Rabino Chefe dos Bnei Menashe como descendentes de Israel em Março de 2005, o que preparou o caminho para centenas de membros da comunidade moverem-se para o Estado Judeu.

A Shavei Israel tem assistido acima de uns 1,700 Bnei Menashe a fazerem Aliyah (imigrar para Israel)Faith News, Bess Twiston-Davies, The Times, 22 de Outubro de 2005. A organização continua a trabalhar com a comunidade Bnei Menashe em Israel assistindo-os na sua integração na sociedade Israelita. Porém outros 7,200 Bnei Menashe ainda permanecem na Índia, e embora esperem que os Shavei Israel Hebrew Centers trabalhem com a comunidade para estabelecer a Aliyah ao ensinar-lhes Hebreu para o dia quando também eles irão ser capazes de ir para Israel.

A Shavei Israel tem também publicado uma série de livros sobre Judaísmo numa dúzia de línguas, incluindo Chinês, Japanês, Mizo, Espanhol, França, Português, Russo e Alemão.

A Shavei Israel também ajuda pessoas que converteram-se ao Judaísmo para fazer Aliyah.

Criticismo A Shavei tem ficado sobre criticismo pela sua visão limitada do Estatuto Judeu e da Judaicidade. Muitas noções rabínicas e seculares afirmam que um Judeu é sempre um Judeu, não importando o quanto ele ou ela se afastar da tradição rabínica. As leis para Anussim Sefárdicos sustidas por rabinos e sábios rabínicos Sefárdicos há mais de 600 anos definiram “anussim” como qualquer Judeu forçado a abandonar prática legal Judia, mas ainda permanece Judeu seja como for, visto que, na lei rabínica, um anussim não precisa de ser formalmente convertido (embora trabalhadores da Shavei afirmem não converter no sentido restrito, pessoas que contactam com os seus projectos frequentemente usam o termo conversãoFw: RV: RE: RESPUESTA DE SHAVEI ISRAEL RESPECTO DE CONVERSIONES ORTODOXAS EN ECUADOR, jvoices.com, April 20, 2009Anusim ya pueden convertirse, sephardies.org), e nalgumas opiniões rabínicas os Anussim retêm um estatuto mais elevado que um Judeu livre para observar o Judaísmo no interior de uma comunidade Judia.

Tem também sido acusada de dar só alguma atenção a grupos como os Chuetas e Maiorca e os Judeus de Belmonte, os quais “têm sido abandonados pelos Sephardim”, e essa atenção dada pela Shavei vem sempre acompanhada de “algumas inconsistências históricas e dialéticas”. A Shavei é frequentemente acusada de favorecer modos Asquenazis, ignorando o Rabinado Chefe Sefardita de Israel e ignorando que estas populações são “Judeus Sefarditas com costumes e modos específicos no viver sob a halakha.” A sua falta de transparência é também um alvo usual de criticismo. A estrutura de-cima-para-baixo e clericalismo excessive da Shavei é também criticada, visto que ignora que “ser um Judeu é também um assunto de acordo comunal” com as comunidades que tentam converter, algo que eles não tentam alcançar.

Estes críticos afirmam que o carácter não missionário da Shaveié um embuste, e que é feito pelo “Braço Secular” do governo Israelense. As dúvidas sobre a susposta separação de Amishav e Shavei são também notadas por críticos, e muito notada e acreditada pela opinião públicaBrazil?s (sic) Anousim Get a Rabbi, IsraelNationalNews.com, March 3 2011 27 AdarI,5771[Bnei Menashe – Shavei Israel – A Wisdom Archive on Bnei Menashe – Shavei Israel], experiencefestival.comRabbi backs India's 'lost Jews', BBC News, South Asia, 1 April, 2005.

A Shavei podem também ser acusados de de enganar diferentes públicos ao usar a palavra “retorno” para defender as suas acções (“retorno” à nação Judia sendo compreendida de diferentes maneiras pelo governo israelense, rabinatos israelenses, e lei Judia).[citation needed] a lei de regresso Judia não inclui tébilah, para um meshumad (antigo herege) ou um anuss (Judeu convertido coercido).הִלְכּוֹת תְּשׁוּבָה – מִצְוַת עֲשֵׂה אַחַת, וְהִיא שֶׁיָּשׁוּב הַחוֹטֶא מֵחֶטְאוֹ לִפְנֵי ה', וְיִתְוַדֶּה. וּבֵאוּר מִצְוָה זוֹ וְעִיקָרִים הַנִּגְרָרִים עִמָּהּ בִּגְלָלָהּ, בִּפְרָקִים אֵלּוּ.

Rabinos relacionados com a Shavei têm também sido acusados de ter tornado tensas relações com tradições espirituais não-Ortodoxas locais e favorecendo tradições IsraelensesFor Portugal’s crypto-Jews, new rabbi tries to blend tradition with local custom , Jerome Socolovsky, Our Jerusalem.com, October 13, 2003.

Enquanto Freund e os seus apoiantes afirmam que os seus críticos envolvem-se em Lashon haRá (má lingua/rumores), eles respondem que muitas publicações da Shavei levam em erro leitores e Sephardim-Anussim e têm muitas transgressões da lei Judia, e que estão realmente a preservar a Lei Judia ao atacar as suas acções. Eles acusam a Shavei de não ser transparente sobre os seus motivos, enganando Bnei Menashe para os usar como colonos em areas disputadas com populações Árabes[’Lost Tribe’ Finds Itself on Front Lines of Mideast Conflict], Greg Myre, New York Times, December 22, 2003, (Page 2 of 2)Lost Tribe' makes aliyah JESSICA STEINBERG, December 27, 2002/Tevet 22 5763, Jewishaz, Vol. 55, No. 18, de tratar Sephardim-Anusim como convertidos ao Judaísmo Gentios (negando-lhes assim a sua ancestralidade e verdadeira culturaRE: [anusim Re: Who is REALLY vs the Anusim], jvoices.com) e de os “Asquenazizar” [citation needed].

thumb|left|200px|Bandeira dos Bnei Menashe As acções da Shavei para com os Bnei Menashe são especialmente criticadas e analisadas. Em 1979 a Amishav, uma organização Israelita fundada pelo Rabbi Eliyahu Avichail e dedicada a localizar as Tribos Perdidas de Israel (com o objectivo de contrair o aumento populacional de uma população Árabe a “aburguesar-se” pelo seu retorno em massa), ouviu sobre um grupo na Índia que afirmavam descender de Israelitas. O Rabbi viajou à Índia várias vezes durante os anos de 1980 para investigar as reivindicações. Convencidos de que os Bnei Menashe eram de facto descendentes de Israelitas, dedicou-se a convertê-los ao Judaísmo Ortodoxo e facilitar a sua aliyah com fundos fornecidos por benfeitores como a Irmandade Internacional de Cristãos e Judeus (International Fellowship of Christians and Jews), uma organização EU-Israelita que levanta fundos de Cristãos evangélicos para causas Judias. Por influência do envolvimento da Shavei e outras organizações Judias relacionadas, de 1994 a 2003 800 Bnei Menashe fizeram Aliyah para Israel, a maioria indo para colonatos Judaicos.

Em 1998, o tradutor EU-Israelense e colunista do New York Sun Hillel Halkin viaja à Índia com o Rabbi Avichail para se encontrar com os Bnei Menashe e escreve um livro largamente-analisado sobre isso intitulado Across The Sabbath River (2002). As conclusões de Halkin foram que a imensa maioria dos Kuki-Mizos não descendem da tribo perdida de Manassés mas pequenos numerous podem de facto descender desta, e ter passado a sua história e tradições ao restante povo Kuki-Mizo people. O Rabbi deixa a liderança da Amishav para o colunista do Jerusalem Post e antigo vice director de comunicações e de planeamento de políticas do gabinete do Primeiro-MinistroMichael Freund, que funda a Shavei Israel. Em 2003, o anteriormente apadrinhado pela Shavei Hillel Halkin começa a colecionar 350 amostras genéticas de Mizo-Kuki que são testadas no Technion – Instituto da Tecnologia de Israel de Haifa sob os auspícios do Prof. Karl Skorecki. De acordo com o falecido erudito de pesquisa Mizo, Isaac Hmar Intoate, que ajudou a coleccionar as amostras, nenhuma prova foi encontrada que parecia indicar uma origem Médio-Oriental para os Mizo-Chin-KukiThe Jewish Connection, Myth or Reality, Isaac HmarThe lost and found Jews in Manipur and Mizoram, Isaac Hmar.