direita|250px|thumb|Bandeira de ministro de Portugal. thumb|Celestino de Almeida, primeiro ministro das Colónias da República, após a separação relativamente à pasta da Marinha. Esta é uma lista de ministros das Colónias, incluindo os anteriores ministros da Marinha e Domínios Ultramarinos (ou da Marinha e Ultramar) e, mais tarde, do Ultramar de Portugal, desde o início do Governo de D. Miguel a 26 de fevereiro de 1828 à extinção definitiva do cargo de ministro da Cooperação, a 23 de julho de 1976. A lista cobre o Miguelismo (1828-1834), a Monarquia Constitucional (1830–1910), a Primeira República (1910–1926), o período ditatorial da Ditadura Militar, Ditadura Nacional e Estado Novo (1926–1974) e início do atual período democrático (1974–1976).
Designação Entre 1828 e 1976, o cargo teve as seguintes designações: Ministro e secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Domínios Ultramarinos, sendo usuais as designações ministro e secretário de Estado dos Negócios da Marinha e Ultramar ou, mais tarde, apenas ministro dos Negócios da Marinha e Ultramar ou apenas ministro da Marinha e Ultramar — designação usada entre 26 de fevereiro de 1828 e 5 de outubro de 1910; Ministro da Marinha e Colónias — designação usada entre 5 de outubro de 1910 e 4 de setembro de 1911; Ministro das Colónias — designação usada entre 3 de setembro de 1911 e 15 de maio de 1918; Secretário de Estado das Colónias — designação usada entre 15 de maio de 1918 e 16 de dezembro de 1918; Ministro das Colónias — designação usada entre 16 de dezembro de 1918 e 2 de agosto de 1950; Ministro do Ultramar — designação usada entre 2 de agosto de 1950 e 25 de abril de 1974; Ministro da Coordenação Interterritorial — designação usada entre 15 de maio de 1974 e 8 de agosto de 1975; Cargo extinto, integrado-se enquanto Secretaria de Estado da Descolonização na Presidência do Conselho de Ministros — entre 8 de agosto de 1975 e 26 de setembro de 1975 Ministro da Cooperação — designação usada entre 26 de setembro de 1975 e 23 de julho de 1976 (de facto) ou 10 de setembro de 1976 (de jure).
Numeração Para efeitos de contagem, regra geral, não contam os ministros interinos em substituição de um ministro vivo e em funções. Já nos casos em que o cargo é ocupado interinamente, mas não havendo um ministro efetivamente em funções, o ministro interino conta para a numeração. Os casos em que o ministro não chega a tomar posse não são contabilizados. Os períodos em que o cargo foi ocupado por órgãos coletivos também não contam na numeração desta lista.
São contabilizados os períodos em que o ministro esteve no cargo ininterruptamente, não contando se este serve mais do que um mandato, e não contando ministros provisórios durante os respetivos mandatos. Ministros que sirvam em períodos distintos são, obviamente, distinguidos numericamente. No caso de Álvaro de Castro, cujo mandato é interrompido pelo do não empossado José Barbosa (por sua vez programado para ser substituído interinamente por Jorge de Vasconcelos Nunes, que também não foi empossado), sendo reconduzido no cargo no próprio dia, conta apenas como uma passagem pelo ministério.
A contagem dos ministros do Miguelismo é feita separadamente devido à coexistência com os ministros da Regência na Ilha Terceira.
Lista Legenda de cores(para partidos e correntes políticas)