Daniel Lins (, ) é um filósofo, sociólogo, psicanalista, professor e escritor franco-brasileiro.
Doutorou-se em sociologia pela Universidade de Paris VII, e pós-doutorou-se em filosofia sob a direção de Jacques Rancière, pela Universidade de Paris VIII. É professor associado de filosofia no Departamento de Educação da Universidade Federal do Ceará e articulista do jornal O Povo (Ceará); especialista em Gilles Deleuze e Friedrich Nietzsche, coordena o Simpósio Internacional de Filosofia Nietzsche e Deleuze; também especializou-se em Antonin Artaud, no corpo sem órgãos, na ética da crueldadeNietzsche e Artaud por uma exigência ética da crueldade e da escrita rizomáticaClarice Lispector, a Escrita Bailarina.
Na sociologia, destacam-se os trabalhos sobre Pierre Bourdieu<ref>[http://www.homme-moderne.org/societe/socio/bourdieu/mort/jdb2501.html O Amigo Brasileiro do Mestre]</ref> e sobre Lampião, o Rei do Cangaço. Segundo alguns críticos, a obra de Lins sobre Lampião e o cangaço teriam influenciado os roteiristas do filme Baile Perfumado''"Lampião volta como dândi do cangaço", Folha de S. Paulo.
Sua obra versa sobre temas da modernidade e contemporaneidade.
Obra La passion selon Lampião Le Roi des Cangaceiros. 1ª edição, Paris: Seuil, 1995. Lampião o homem que amava as mulheres. São Paulo: Annablume, 1997.Disponível parcialmente no Google Livros, in http://books.google.com.br/books?id=bGdJ90UafWIC&printsec=frontcover&dq=daniel+lins&hl=pt-BR&ei=oZSMTc20BtKCtge_kIzBDQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=3&ved=0CDgQ6AEwAg#v=onepage&q&f=false Ayrton Senna: A imolação de um deus vivo. Fortaleza: EUFC, 1995. Antonin Artaud Artesão do Corpo sem Órgãos. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1999, 2ª edição 2000. Juízo e verdade em Deleuze. São Paulo: Annablume, 2004.Disponível parcialmente no Google Livros, in http://books.google.com.br/books?id=GQfeCzpYAJYC&pg=PA95&dq=antonin+artaud+artes%C3%A3o+do+corpo+sem+%C3%B3rg%C3%A3os+daniel+lins&hl=pt-br&ei=Z56MTbjADpOFtgfk8aygDQ&sa=X&oi=book_result&ct=book-thumbnail&resnum=8&ved=0CFIQ6wEwBw#v=onepage&q=antonin%20artaud%20artes%C3%A3o%20do%20corpo%20sem%20%C3%B3rg%C3%A3os%20daniel%20lins&f=false Expressão Deleuze em Espinosa Espinosa em Deleuze. Rio de Janeiro: Forense, 2008. A dominação masculina revisitada. Campinas: Papirus, 1998. Pierre Bourdieu. O Campo econômico. A dimensão simbólica da dominação (organização, apresentação e entrevista com Pierre Bourdieu). Campinas: Papirus, 1999. Intensidade e paixão. (Org. Daniel Lins, Sylvio Gadelha e Alexandre Veras). Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2000. Pensamento Nômade. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001. Que pode o corpo (Org. Daniel Lins, e Sylvio Gadelha). Rio de Janeiro: 2002. Repensar os Estados Unidos: por uma sociologia do superpoder (Org. Daniel Lins e Loïc Wacquant). Campinas: Papirus, 2003. Arte e Resistência. Rio de Janeiro: Forense 2004. Nietzsche e Deleuze bárbaros, civilizados. (Org. Daniel Lins e Peter Pál Pelbart). São Paulo: AnnnaBlume, 2004. Disponível parcialmente no Google Livros, in http://books.google.com.br/books?id=toZc72LiZU0C&pg=PA50&dq=antonin+artaud+artes%C3%A3o+do+corpo+sem+%C3%B3rg%C3%A3os+daniel+lins&hl=pt-br&ei=Z56MTbjADpOFtgfk8aygDQ&sa=X&oi=book_result&ct=result&resnum=2&ved=0CDAQ6AEwAQ#v=onepage&q=antonin%20artaud%20artes%C3%A3o%20do%20corpo%20sem%20%C3%B3rg%C3%A3os%20daniel%20lins&f=false Nietzsche/Deleuze. Imagem, literatura, educação. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2005. Razão nômade. Rio de Janeiro: Forense, 2005. Sila: uma cangaceira no divã. (Org. Daniel Lins e Sila). Fortaleza. Impressão, 2005. Nietzsche/Deleuze. Jogo e Música (Org. Daniel Lins e José Gil), Rio de Janeiro: Forense, 2008; Fazendo Rizoma. São Paulo: Hedra. 2008. O Devir-Criança do Pensamento. Rio de Janeiro. Forense Universitária, 2009. Bob Dylan, a liberdade que canta. Edições Ricochete, 2017
Categoria:Filósofos do Ceará Categoria:Escritores do Ceará Categoria:Sociólogos do Ceará Categoria:Psicanalistas do Brasil Categoria:Professores do Ceará Categoria:Alunos da Universidade de Paris Categoria:Professores da Universidade Federal do Ceará