O Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) é uma categoria específica do Fundo Nacional da Cultura, destinada ao desenvolvimento da indústria audiovisual no Brasil.
Foi instituído pela Lei 11.437, durante o governo Lula, em 2006. Seus recursos vem principalmente da arrecadação da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional (Condecine) e do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel), tendo chegado a R$ 84 milhões em 2011.
Os recursos do fundo são distribuídos em quatro linhas:
Linha A - Produção independente de filmes de longa-metragem brasileiros; Linha B - Produção independente de obras audiovisuais para TV; Linha C - Compra de direitos de distribuição de longa-metragens; Linha D - Distribuição de filmes de longa-metragem brasileiros em salas de cinema.
A gestão do fundo é de responsabilidade de um comitê formado por dois representantes do Ministério da Cultura, um da Ancine, um dos agentes financeiros credenciados e dois da indústria audiovisual.
A diferença entre o FSA e outros mecanismos de fomento é a possibilidade de retorno financeiro, com estímulo ao risco do produtor e valorização de resultados comerciais anteriores. Assim, o Estado voltou a assumir a condição de sócio do produtor cinematográfico, investindo recursos reembolsáveis na produção.
Ligações externas Resultados do FSA em 2008 Resultados do FSA em 2009 Resultados do FSA em 2010
Setorial do Audiovisual Categoria:Cinema do Brasil