A Casa de Zúñiga (ou Estúñiga) é uma linhagem nobre espanhola composta pelos descendentes do reis de Navarra da Casa Pirenaica, que tomaram por apelido o nome do seu senhorio original (Zúñiga) e cujos membros mais destacados se distinguiram ao serviço da Coroa Espanhola na Europa e na América como governantes, militares, diplomatas, religiosos e escritores.
(Carlos V do Sacro Império Romano-Germânico) outorgou-lhes a dignidade de "Grandeza Imemorial de Espanha" em 1520, nas pessoas do 2º e Plasencia e do 3º . Oito membros da da Casa Ducal de Béjar foram membros Ordem do Tosão de Ouro.
Origem e raizes A linhagem dos Zuñiga é originária de Navarra e procede em linha direta do filho varão de Eneko Ximenez "Aritza" ("o Carvalho" em ), conhecido como Íñigo Arista, primeiro Rei de Pamplona, que depois se tornaria o Reino de Navarra. O rei Íñigo procedia da casa nobre dos Ennecos, oriundos da Vascónia.Menéndez y Pidal, Tomo VII, vol. 2, pp. 42-43 O tronco da linhagem dos Zuñiga deriva duas vezes dos reis navarros da Casa Pirenaica. A primeira procede do infante Lope Fortunes, filho do rei Fortunio Garcés, "o Monje" e a segunda do infante Alonso, filho do rei Garcia Ramires, "o Restaurador". Sancho Iñiguez, alferes-mor do Rei de Aragão , "o Batalhador", foi p primeiro senhor do vale de Stunica (atualmente Zúñiga), na merindade de Estella, que em meados do tomou o nome de Sancho Iñiguez de Stunica.
Castelhanização do apelido Zuñiga Na Idade Média os membros da família usaram diversas variantes do apelido: Estunega, Estuniga, Astunica, Stunica, Estúñiga e Stúñiga. Álvaro de Zúñiga y Guzmán, duque de Béjar e Plasencia, então ó membro mais importante da Casa de Stunica/Estúñiga, "castelhanizou" o apelido para Zúñiga depois de ter assinado o pacto de reconciliação com a rainha de , "a Católica", em 10 de abril de 1476.AER Archivo AGS, Signatura PTR,LEG,11,DOC.13
Notas
— Citação da obra de José Pellicer de Ossau Salas y Tovar "Crónica de la gran Casa de Zúñiga, derivada dos veces de la Real de Navarra...", dedicada ao 9º duque de Béjar e Plasencia.
Piferrer 1859. Tomo III, pp. 52}}</div>
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