A pitomba (ou o pitomboFERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira. 1986. p. 1 341.) é o fruto da pitombeira (Talisia esculenta), árvore presente desde a Região Amazônica até a Mata Atlântica, do Nordeste do Brasil ao Rio de Janeiro, que chega a ter até doze metros de altura. Seus frutos, drupas, são comestíveis, saborosos e muito consumidos tanto pelo homem como pela fauna e se dá no pé entre os meses de janeiro e abril, às vezes vai até maio ou junho dependendo do clima. A pitomba possui em geral um a dois caroços revestidos por uma camada fina e suculenta, adocicada e um pouco ácida. Quando madura, a fruta tem a cor laranja e em média cerca de três centímetros.

Estes frutos são comercializados nas feiras das regiões Norte e Nordeste no Brasil e amplamente cultivados em pomares domésticos por todo o país. Também são muito procurados por pássaros.

Dá nome a uma tradicional festa pernambucana, a Festa da Pitomba.

Etimologia "Pitomba" provém do termo tupi pitomba. Em Historia naturalis Brasiliae (1648), encontra-se também a variante pitoma.MARCGRAVE, Historia Naturalis Brasiliae, 1648

Outras denominações Pitombeira (nome da árvore onde a pitomba se origina) Olho-de-boi Pitomba-da-mata Pitomba-de-macaco

Expressão idiomática O termo pode ser usado na expressão popular "fulano não vale uma pitomba", significando que a pessoa não vale nada, como o tamanho pequeno da fruta.

Ligações externas Guarim Neto et al. Repertório Botânico da Pitombeira. Acta Amazonica, v.33, n.2, pp. 237-242.

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