thumb| A legenda diz: uma mulher que um pote de ferro mata um Saboiardo thumb| A Marmite de l'Escalade Mère Royaume é o nome porque é conhecida Catherine Cheynel que despejou o conteúdo a ferver do pote onde estava a preparar a sopa quando a Clémence da Catedral de São Pedro de Genebra começou a tocar para acorda a população na noite do 11-12 de Dezembro de 1602 quando Carlos Emanuel I de Saboia atacou Genebra naquilo que é conhecido como L'Escalade, a Escalada.
Quando o Royaume não é o que se pensa Catherine Cheynel nasceu em Lyon entre 1540 e 1545, filha de Claude Cheynet Contrat de mariage entre Faule Petitot et Etienna Royaume chez Simon Butini, notaire, le 29 juillet 1598 (AEG Notaire Simon Butini 1588-1609 volume unique f° 99). L'acte précise qu'Etienna est fille d'honnête Pierre Royaume et d'honnête Catherine Chesney ! que se casa com um Mestre de armas e depois de enviuvar casa com Pierre Royaume Contrat de mariage de Pierre Reaulme et Catherine Cheynet à Lyon, le 12 avril 1564 (Archives départementales du Rhône Minutes de Maître Peronnet - 3 E 6942, f° 347) filho de um fabricante de peças em estanho. Exilado em Genebra para fugir da perseguição contra os huguenotes na França, Pedro é admitido como habitante de Genebra três semanas depois do Massacre da noite de São Bartolomeu, e instalam-se junto à Porta da Moeda pois ele conseguiu arranjar um emprego como gravador de moedas.
Defesa Ora é quando os invasores tentavam entrar por essa porta que a Dame Royaume contribuí à defesa da cidadela, despejando a sopa sobre os assaltantes. A festa da L'Escalade não faz mais do que lembrar esse feito e as crianças não perdem a oportunidade de partirem a marmita em chocolate e onde os legumes da sopa são em maçapão.
Mesmo se hoje se contesta historicamente a sua acção, a legenda persiste e ela é como em muitos outros países e em circunstâncias idênticas o símbolo do patriotismo, uma padeira de Aljubarrota genebrina!
Um nome A descendências dos Royaume atinge 1 951 pessoas das quais 1 000 ainda estariam vivas no ano 2000. O patronímico desapareceu em 1722 com a morte de Madeleine Royaume, mas o ramo dos Pierre, Etienna e dos Jeanne Royaume ainda persist.
Biografias DUFOUR-VERNES, Louis Descendance genevoise de la Mère Royaume. Complément à la brochure " la mère Royaume et sa marmite", Genève, impr. J. Carey, 1881, 36 p. in 8e ; tableau généalogique. Alice WERNER-FLOURNOY, Généalogies de quelques descendants de la Mère Royaume et de Nicolas Bogueret, Genève, 1954 MONIER-VINARD, Patrick, La Mère Royaume à Lyon, in Bulletin de la Compagnie de 1602 Escalade de Genève 1602-1982,recueil du 380e anniversaire, 55ème brochure d'Escalade, 1982.
Ver também Companhia 1602
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