Santo Apríngio, Episcopus pacensis (Beja, Lusitânia), foi bispo de Beja no tempo do rei visigodo Têudis, na primeira metade do século VI. Escreveu um Comentário ao Apocalipse com estilo brilhante e de uma extrema agudeza teológica (subtili sensu atque illustri sermone,Isidoro de Sevilla, De viris illustribus, XXX, 40 Fonte: PL 83, 1098-1099. segundo Santo Isidoro de Sevilha, de quem obtemos algumas informações acerca de Apríngio).
Isidoro de Sevilha (op. cit.) diz-nos o seguinte:
Bibliografia Fontes: CUNHA ANTUNES, J. - PEREIRA LAMELAS, Isidro, (Ed.) APRÍNGIO, Comentário ao Apocalipse, Philokalia 8, Lisboa, Alcalá, 2007. CAMPO HERNÁNDEZ, A. del, Comentario al Apocalipsis de Apríngio de Beja. Introducción, texto latino y traducción, Instituición San Jerónimo 25, Estella, Verbo Divino, 1991. Estudos: ALVES DE SOUSA, Pio G., “O Símbolo nos Autores da Literatura Patrística Galaico-Lusitana”, in Didaskalia 32 (2002) 25-30. _____, Patrologia Galaico-Lusitana, Lisboa, Universidade Católica Editora, 20012, 75-83. COSTA, Avelino de J. da, - NASCIMENTO, A. Augusto, “Apríngio de Beja”, in Dicionário de História da Igreja em Portugal, I, Lisboa, 1980, 462-464. DÍAZ Y DÍAZ, Manuel C., “Apríngio de Beja”, in DI BERARDINO, Angelo (Dir.), Patrología IV: Del Concilio de Calcedónia (451) a Beda. Los Padres Latinos, Madrid, BAC, 2000, 83-84. JORGE, Ana Maria, “Church and culture in Lusitania in the V-VIII Centuries: A late romam province at the crossroads” in FERREIRO, Alberto (Ed.) The Visigoths: Studies in culture and society, London, Brill, 1999, 99-122. OLIVEIRA E SILVA, Paula, “Apríngio de Beja: O Tractatus in Apocalypsin”, in História do pensamento filosófico português, CALAFATE, Pedro (Dir.), I: Idade Média, Lisboa, Ed. Caminho, 1999, 107-116. PEREIRA LAMELAS, Isidro, “Patrologia (lusitana)”, in MOREIRA AZEVEDO, Carlos (Dir.), Dicionário de História Religiosa de Portugal, XXXX, Círculo de Leitores, XXXX, 405.
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