Eurides Cunha (Campo Largo, 26 de junho de 1872 - Curitiba, 26 de junho de 1955) foi um advogado e político brasileiro.
Eurides foi prefeito de Curitiba entre junho de 1928 a 3 de outubro de 1930 e presidente do Estado do Paraná entre 1 de maio a 26 de junho de 1921 e 1 de junho a 21 de setembro de 1923 Biografia de Eurides Cunha Site do Governo do Estado do ParanáPrefeitos de Curitiba - Maçons Site do Museu Macônico ParanaenseRelação dos Prefeitos de Curitiba Portal da Prefeitura de Curitiba.
Biografia Filho do Coronel Domingos Cunha, chefe político de Campo Largo, formou-se em Direito pela Faculdade de Direito de São Paulo, em 1892, e por influência do pai, elegeu-se deputado estadual para a Assembléia Legislativa do Paraná em 1895, porém, como forma de protesto pela exclusão de colegas de partido, recusou-se a tomar posse e somente em 1910, após reeleger-se, cumpriu o mandato de deputado, sendo reeleito até 1918.
Exerceu a advocacia na cidade de Jaguariaíva, sendo eleito prefeito deste município em 1916.
Pelo Partido Republicano Paranaense, foi eleito primeiro vice-presidente do Estado do Paraná, na chapa do presidente Caetano Munhoz da Rocha e exerceu a presidência, interinamente, em duas oportunidades: de 1 de maio a 26 de junho de 1921 e de 1 de junho a 21 de setembro de 1923.
Em 1925 foi eleito deputado federal e em 1928 foi convidado, por Affonso Camargo, a ocupar a prefeitura da cidade de Curitiba, exercendo o cargo de prefeito entre junho de 1928 a 3 de outubro de 1930, sendo destituído na ocasião da Revolução de 1930.
Em seu mandato como prefeito de Curitiba, criou, entre outros benefícios ao município, o Matadouro Modelo de CuritibaAbate revolucionário Site do Jornal Gazeta de Maringa de 25 de maio de 2013, um abatedouro público, considerado, em 1929 (ano da inauguração), um dos mais modernos do Brasil e um dos primeiros a utilizar-se de câmaras refrigeradas no paísO Matadouro Modelo de Curityba - Revista Ilustração Paranaense - Matéria de 1930 Site do Museu Paranaense.
Após sua saída da prefeitura da capital paranaense, abandonou a política, refugiando-se em sua fazenda na cidade de Jaguaraíva e em 1946 veio morar numa chácara no bairro Portão (em Curitiba), vivendo neste local até o seu falecimento, em 1955.
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