direita|thumb|500px|Bandeira do ministro da Guerra e, mais tarde, do ministro do Exército. Esta é uma lista de ministros da Guerra e, mais tarde, ministros do Exército de Portugal, entre o reinado do último rei absolutista de Portugal, Rei D. João VI de Portugal, passando pelo estabelecimento pelas Cortes Gerais e Extraordinárias da Nação Portuguesa de um Conselho de Regência que governará em nome do rei anteriormente mencionado, que permanecera instalado com a restante corte no Brasil, e a extinção da pasta após a revolução de 25 de abril de 1974. A lista cobre o Vintismo (1820-1828), o Miguelismo (1828-1834), a Monarquia Constitucional (1830–1910), a Primeira República (1910–1926), o período ditatorial da Ditadura Militar, Ditadura Nacional e o Estado Novo (1926–1974). Anteriormente, a pasta encontrava-se unida com a dos Negócios Estrangeiros, através da Secretaria de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Guerra.
Designação Entre 1821 e 1974, o cargo teve as seguintes designações: Ministros e secretários de Estado dos Negócios da Guerra, ou, mais tarde, ministros dos Negócios da Guerra ou apenas ministros da Guerra — designação usada entre 1808 e 5 de outubro de 1910; Ministros da Guerra — designação usada entre 5 de outubro de 1910 e 15 de maio de 1918; Secretários de Estado da Guerra — designação usada entre 15 de maio de 1918 e 16 de dezembro de 1918; Ministros da Guerra — designação novamente usada entre 16 de dezembro de 1918 e 2 de agosto de 1950; Ministros do Exército — designação usada entre 2 de agosto de 1950 e 25 de abril de 1974.
Numeração Para efeitos de contagem, regra geral, não contam os ministros interinos em substituição de um ministro vivo e em funções. Já nos casos em que o cargo é ocupado interinamente, mas não havendo um ministro efetivamente em funções, o ministro interino conta para a numeração. Os casos em que o ministro não chega a tomar posse não são contabilizados. Os períodos em que o cargo foi ocupado por órgãos coletivos também não contam na numeração desta lista.
São contabilizados os períodos em que o ministro esteve no cargo ininterruptamente, não contando se este serve mais do que um mandato, e não contando ministros provisórios durante os respetivos mandatos. Ministros que sirvam em períodos distintos são, obviamente, distinguidos numericamente. No caso de Hélder Ribeiro, cujo mandato é interrompido pelo do não empossado José Mendes dos Reis, sendo reconduzido no cargo no próprio dia, conta apenas como uma passagem pelo ministério.
A contagem no período do Miguelismo é feita separadamente devido à coexistência dos ministros do Governo da Regência na Ilha Terceira.
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