O Santuário de Santa Rita de Cássia é um templo católico localizado em Cataguases, no estado brasileiro de Minas Gerais, pertencente à Diocese de Leopoldina. Sua obra findou em 1968, sendo elevado a santuário em 7 de julho de 1996, por Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho .

Atualmente, o referido santuário tem como reitor o Cônego Carlos Roberto Moreira de Oliveira, contando com o auxílio pastoral do Padre Elcione Leite de Paula, no exercício do ministério de vigário paroquial. Ambos foram empossados em 25 de fevereiro de 2025, em Solene Celebração Eucarística presidida por Dom Edson José Oriolo dos Santos, bispo diocesano .

História A devoção a Santa Rita de Cássia chegou a Cataguases com os primeiros colonizadores. Em 1809, o alferes Henriques José de Azeved doou o terreno para que nele fosse erguida uma capela em honra a Santa Rita. Em 10 de outubro de 1851, foi criada a paróquia de Santa Rita do Meia Pataca. A pequena igreja passou por sucessivas reformas e ampliações. Projetada em estilo neogótico por Agostinho Horta Barbosa em 1893, foi profundamente remodelada no período de 1907 a 1909.

Em 1942, devido aos abalos apresentados na estrutura, decidiu-se pela construção de um novo templo. Em 1944 foi lançada a pedra fundamental da nova Igreja Matriz de Santa Rita de Cássia. A construção do atual templo iniciou-se em 1948 e foi concluída em 1968. Em 7 de julho de 1996, a igreja foi elevada à condição de santuário, em solenidade presidida pelo então bispo da Diocese de Leopoldina, Dom Ricardo Pedro Chaves Pinto Filho.

Em 2025, no contexto do Jubileu da Esperança, o Santuário de Santa Rita de Cássia foi designado por Dom Edson José Oriolo dos Santos, bispo diocesano, como uma das Igrejas Jubilares da Diocese de Leopoldina, sendo a única de sua forania, constituindo-se como local de peregrinação, oração e reconciliação ao longo do Ano Santo .

Arquitetura O projeto do atual templo, assinado pelo arquiteto Edgar Guimarães do Vale, é contemporâneo à II Guerra Mundial. Seguindo o estilo moderno, o arquiteto deu ao templo a forma de um avião que, bombardeado, tivesse perdido uma asa. A nave assemelha-se ao bojo de um avião, envolvida por uma abóbada que se afunila da fachada em direção ao presbitério, no qual se encontra o altar-mor de mármore sob um baldaquino revestido de granito. O templo apresenta uma única torre, a qual possui 30 metros de altura, construída em formato ogival, à semelhança de um torpedo. A fachada é decorada com um painel em azulejos intitulado "A vida de Santa Rita", da pintora Djanira. Em 1995, a pintora Nanzita os passos da Via Crucis no interior do templo, em uma obra de estilo expressionista.

Ver também Cataguases Diocese de Leopoldina

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