Teodoro Parsacuteno () foi um general bizantino nos anos 960 e sobrinho do imperador .
Vida
thumb|upright=1.05|Histameno de João I Tzimisces upright=1.05|thumb|Dinar de ouro de Ceife Adaulá e Nácer Adaulá
O sobrenome da família (erradamente escrito Παρσακουντηνός (Parsacunteno) em alguns manuscritos) deriva do topônimo Parsácuta (Παρσακούτη - Parsakoúte). Seu pai, Teódulo Parsacuteno, casou-se com uma dama da família Focas, aparentemente uma filha do general , pai do general e futuro imperador . Teodoro teve dois irmãos, Bardas e Nicéforo. Como ele portava o nome de seu avô materno, foi provavelmente o segundo a nascer dos três.
Teodoro é mencionado pela primeira vez em 962, no tempo em que manteve o posto de patrício e o posto de estratego de um tema de nome desconhecido. Ele realizou um raide nos domínios hamedânidas em torno de Mambije com uma força de mil (segundo Abu Firas Alhamedani) ou homens (segundo ). O governador hamedânida local, Abu Firas, liderou uma força de 70 soldados com a qual derrotou um destacamentos dos homens de Teodoro, recuperando o saque por eles levado, mas em seu retorno para Mambije, Abu Firas foi capturado e levado como prisioneiro para Constantinopla. Teodoro tentou trocar seu prisioneiro, um primo do emir hamedânida de Alepo, Ceife Adaulá, por seu pai e um de seus irmão, capturados em Adata em 954, mas aparentemente sem sucesso até 966, quando Abu Firas e outros cativos árabes foram trocados por bizantinos mantidos pelos hamedânidas.
Logo depois, em dezembro de 962, Nicéforo Focas, então ainda comandante-em-chefe (doméstico das escolas) do exército bizantino avançou sobre Alepo, tomando a cidade baixa mas não a cidadela, que continuou a resistir. Teodoro é talvez associado ao sobrinho de nome incerto de Focas que por iniciativa própria atacou a cidadela, mas foi morto por um soldado dailamita. Quando sua cabeça decepada foi levada para Focas, o último relatadamente decapitou prisioneiros árabes. Se ele não foi morto em 962, então talvez participou junto com seus irmãos na fracassada rebelião de seu primo em 970 contra . Os Parsacutenos tentaram angariar apoio para Focas em Cesareia Mázaca, mas abandonaram-o tão logo o exército imperial sob Bardas Esclero aproximou-se.
Bibliografia
Categoria:Família Focas Categoria:Generais bizantinos Categoria:Família Parsacuteno Categoria:Bizantinos do século X Categoria:Patrícios do Império Bizantino Categoria:Bizantinos envolvidos nas guerras bizantino-árabes