Pronúncias não nativas do inglês ou gírias não nativas (do próprio inglês) são, o resultado do fenômeno comum linguístico, onde o qual os usuários não-nativos de outra língua tendem levar a entonação a processos fonológicos.
Isto normalmente é observado pela fala do estrangeiro ou não possuem a língua materna o inglês observando também as regras da pronúncia das línguas maternas dabem uma identidade do inglês falado. Isto é observado pela fala do estrangeiro, possue a confusão da fala, ou não possue o próprio inglês como língua materna. Exemplo: ao tentar pronunciar a palavra "Math", uma pessoa acaba por pronunciar, equivocadamente, como "Matt".
Resumo A fala de não-nativos de inglês podem exibir pronúncias características do resultado vindos de tais falantes aprenderem imperfeitamente a pronúncia do inglês, ou por transferirem as regras fonológicas das línguas maternas deles para o inglês ("interferência") ou através da implementação de estratégias semelhantes aos utilizados na aquisição da linguagem primária.MacDonald (1989:224) Eles podem também criarem inovadoras pronúncias para os sons do inglês não encontrados nos falantes como primeira língua.MacDonald (1989:224)
A idade em que falantes começam a imergirem num idioma (tal como o inglês) está ligada ao grau em que os falantes nativos tem habilidade de detectar um sotaque não-nativo; a exata natureza da ligação é discutida entre estudiosos e pode ser afetada por "neuroplasticidade, desenvolvimento cognitivo, motivação, estágios sociais, instrução formal, aptidão de aprender idiomas", e a uso das primeiras (L1) e segundas (L2) línguas deles.Munro & Mann (2005:311)
Inglês é incomum em que falantes raramente produzem um encontro consonantal audível e geralmente as sobrepõem em tempos de constrição. Falar inglês com um tempo padrão dramaticamente diferente pode levar a fala difícil de entender.Zsiga (2003:400–401)
Mais transparentemente, diferentes distinções fonológicas entre um falante como primeira língua e inglês cria uma tendência a neutralizar tais distinções em inglês,Jeffers & Lehiste (1979:140) e diferencias no inventário ou distribuição dos sons podem causar substituições dos sons nativos no lugar dos difíceis sons da língua inglesa e/ou a simples eliminação.Goldstein, Fabiano & Washington (2005:203) Isso é mais comum quando a distinção é sútil entre os sons do inglês ou entre um som do inglês e dum falante materno. Enquanto isto não é evidente sugerir que uma simples ausência de um som ou sequência num inventário fonológico dum idioma faz com que seja difícil para aprender,MacDonald (1989:223) vários modelos teóricos tem presumido que as percepções duma fala não-nativa refletem ambos as propriedades do abstrato fonológico e detalhes fonéticos da língua nativa.See the overview at Hallé, Best & Levitt (1999:283)
Tais características podem ser transmitidas para as crianças bilíngues, que será então exibidas um número das mesmas características iguais como se fossem monolíngues.MacDonald (1989:215)
Exemplos
Árabe Falantes quando pretendem falar como uma variante rótica e pronúncia /r/ como [ɾ] ou [r].Khattab (2002:101) Falantes tendem a ter dificuldade ao pronunciar /p/.
Português brasileiro Várias pronuncias misturadas estão prestes a acontecer entre falantes brasileiros em nível L2 de inglês, entre os quais: Pronunciação das vogais Confusão de /ɪ/ e /iː/, habitualmente realizado como [i], e de /ʊ/ e /uː/, usualmente realizado como [u]. Especialmente no contexto britânico, confusão de /əʊ/ e /ɒ/. O brasileiro /ɔ/ é equivalente ao Inglês RP /ɒ/, e a ortografia inglesa raramente faz uma clara demarcação entre os fonemas, assim cold (idealmente [ˈkɜʊ̯ɫd]) pode ser homófono com called /ˈkɔːld/. O norte-americano equivalente do britânico /əʊ/, /oʊ/, pode ser fácil notar como se assemelha ao ditongo português [ow]. Falantes podem também ter dificuldades de distinguir entre schwa e /ʌ/. Num contexto britânico, o ditongo /əʊ/ poder também ser pronunciado como o ditongo do português eu, [ew]. Persistente preferência por /æ/ do que /ɑː/ (mesmo se a pronuncia alvo seja o sotaque prestígio da Inglaterra), e uso de /æ/ dentro do espaço do IPA [ɛ] (o português /ɛ/ é frequentemente [æ], o que faz ainda mais devido à confusão em produção e percepção), por exemplo can't, sempre em RP, poderá soar como uma pronúncia americana de Kent. Alguns podem até mesmo ir tão longe como tendo [le̞st] em vez de /læst ~ lɑːst/ para last. Pronúncia de consoantes Dificuldade com as fricativas dentais /θ/ e /ð/. Esses podem ser em vez frontais [f v], paradas [t̪ d̪] ou sibilantes [s̻ z̻]. Falantes podem pronunciar palavras iniciais de r como um r gutural ou alguma vibrante múltipla alveolar). Estes geralmente soam para falantes do inglês como /h/, levando à confusão entre ray e hay, red e head, height e right, etc. Neutralização da coda /m n ŋ/, dando preferência a uma gama de múltiplas vogais nasais (geralmente formando ditongos aleatórios com [j̃ w̃ ɰ̃], ou também aleatoriamente perdendo-os, de modo que sent e saint, song e sown, são homófonos) originando da supressão deles. Vogais são também geralmente fortemente nasalados quando são tônicos e sucedidos por uma consoante nasal, mesmo se a consonante começa uma sílaba completa depois. Variação dos níveis de aspiração das paradas mudas /p t k/, que podem soar como /b d g/. Perda do contraste entre paradas coronais /t d/ e fricativas pós-alveolares /tʃ dʒ/ devido à palatalização do anterior, antes de vogais como /iː/, /ɪ/, /juː/,Palatalization in Brazilian Portuguese/English interphonology e /h/. Epentético [i]) a terminar em encontros consonantais. Palatalização devido à epentética /ɪ ~ iː/, como em night soa ligeiramente como nightch ([ˈnajtɕ ~ ˈnajtɕi̥] ao invés de /ˈnaɪt/) ed light soa como lightchie ([ˈlajtɕi] ao invés de /laɪt/). Perda da intonação, na silaba final [i ~ ɪ ~ ɨ] palataliza, assim city soa ligeiramente como sitch ([ˈsitɕ ~ sitɕi̥] ao invés de /ˈsɪti/). Fricativas pós-alveolares /tʃ dʒ/ são facilmente confundidas com as fricativas correspondente deles /ʃ ʒ/, geralmente fundem chip e ship, cheap e sheep, e pledger com pleasure. Ausência do contraste da voz parar fricativas codas. He's, hiss e his são facilmente transformados em homófonos. Há pronuncias da ortografia, com todas as palavras com schwas históricos deixados na ortografia sendo pronunciados /z/ mesmo quando o usual poderia ser /s/, são também possíveis. Inglês é menos propenso a um sândi liaison perfeito do que no português, espanhol e francês podem ser. Geralmente, duas consoantes idênticas ou muito similares seguem um ao outro dentro de uma linha, cada um numa palavra diferente, e ambos podem ser pronunciados. Brasileiros podem realizar qualquer epêntese ou excluir um deles. Como em, this stop é produzido tanto [ˈdis i̥sˈtɒpi̥ ~ ˈdiz isˈtɒpi̥] ou [ˈdi sˈtɒpi̥], ao invés do nativo /ðɪs ˈstɒp/. Em português, as semi-vogais [j] e [w] podem ser vocalizadas à suas correspondentes vogais ([i] e [u, respectivamente).Preceding phonological context effects on palatalization in Brazilian Portuguese/English interphonology Page 68. Assim I love you é pronunciado [ˈaj ˈlɐviː ˈuː]. Estas semivogais podem também são inseridas na forma epentética entre vogais de qualidades muito diferentes. Para a exceção de /s ~ z/ (aqui representados com uma perda do contraste no final de uma palavra) e /r/, consoantes tendem a não elidir correspondentes ou assimila o fonema da próxima palavra, mesmo na fala articulada. Isto significa, por exemplo, epênteses ocasionais ainda que a seguinte palavra começa numa vogal, como na língua nativa deles (not[ɕi] verdadeiramente).
Catalão Ensurdecimento das consoantes finais: /b d ɡ v z dʒ ʒ/ to [p t k f s tʃ ʃ]. P. ex. phase pode ser pronunciado como face (muito embora o catalão tem ambos fonemas /s/ e /z/). Confusões no comprimento da vogal. Confusão de /æ/ /ɑ(ː)/ /ʌ/, geralmente realizado como [a] Confusão de /ɪ/ /i(ː)/, habitualmente realizado como [i]. Confusão de /ʊ/ /u(ː)/, geralmente realizado como [u]. Confusão de /ɔ(ː)/ /ɒ/, habitualmente realizado como [ɔ] ou [o]. Confusão de /b/ /v/, geralmente realizado como [b~β] (/b/ /v/ são apenas distinguíveis em valenciano e baleário). A pronúncia rótica, com /r/ pronunciada como um trinado [r] ou um flap [ɾ]. Dificuldades com grupos de palavras iniciadas por /s/, onde num epentético e é geralmente adicionado. P. ex. stop sendo pronunciado estop. Simplificação de algumas palavras com encontro consonantal. P. ex. instant sendo pronunciado instan Variação da intonação mais limitada, com ênfase feito com o comprimento extra ao invés duma variação extra da intonação. Problemas com acentos tônicos variáveis. P. ex. the blackbird. vs. the black bird. Problemas com acentos tônicos contrastivos. P. ex. with sugar or without sugar? (o segundo sugar tem a tonicidade mais pesada)
Francês Porque das diferenças fonéticas entre inglês e francês róticos, falantes podem perceber o /r/ inglês, alofonicamente labializado para [ɹʷ], como /w/ e ter duplo distinção entre /r/ e /w/.Hallé, Best & Levitt (1999:294) Falantes de francês tem dificuldade com /h/ e sistematicamente os apaga, como a maioria dos dialetos franceses não tem este som.Paradise & LaCharité (2001:257), citing LaCharité & Prévost (1999)
Alemão Falantes podem não velarizar /l/ em posições coda como a maior parte dos falantes nativos fazem.Jeffers & Lehiste (1979:140) Eles tem uma menor variação de intonação, menos reduções em grupos consonantais e menos reduções de voga.Gut (2009)
Hebraico A falta de discriminação em hebraico entre vogais tensas e relaxadas fazem uma correta pronuncia das palavras do inglês tal como hit/heat e cook/kook difíceis.Shoebottom (2007) As fricativas dentais /ð/ (como em "the") e /θ/ (como em "think") são geralmente mal pronunciada.Shoebottom (2007) Falantes de hebraico podem confundir /w/ e /v/.Shoebottom (2007) Em hebraico, palavras tônicas é habitualmente na última ou penúltimas silabas duma palavra; falantes podem levar o sistema tonal deles para o inglês, o qual tem um sistema muito mais variado de acentos tônicos.Shoebottom (2007) Falantes de hebraico podem também usar a intonação padrão do hebraico coisa que marcam eles como falantes estrangeiros de inglês.Shoebottom (2007)
Húngaro As fricativas dentais /θ/ e /ð/ possivelmente são realizadas respectivamente como [s̻] e [d̪].Nádasdy (2006) Como o húngaro falta o fonema /w/, muitos falantes de húngaro substituem /v/ por /w/ quando falam em inglês. Uma prática menos frequente é a hipercorreção: substituindo /w/ por /v/ em instâncias onde a letra é atualmente correta.Kovács & Siptár (2006:?
Italiano Um estudo em crianças italianas na pronúncia do inglês revelou as seguintes características:Martin Russell, Analysis of Italian children’s English pronunciation . Tendencia a realizar as vogais altas relaxadas do inglês /ɪ/ e /ʊ/ como [i] e [u] (ex: "fill" e "feel" são homófonos, como são "cook" e "kook"), pois o italiano não tem aquelas vogais. Tendencia a realizar /ŋ/ como [ŋɡ] ("singer" rima com "finger") ou como [n] porque o italiano [ŋ] é um alófono de /n/ antes de paradas velares. Tendencia a realizar uma palavra que inicia /sm/ com [zm], p. ex. small [zmɔl]. Este vozeamento também se aplica para /sl/ e /sn/. Tendencia a adicionar /h/ vogais iniciais de algumas palavras, devido à hipercorreção. Tendencia a relicar /ʌ/ como [a] assim mother é pronunciado [ˈmad̪ɛr] ao invés de ['mʌðəɻ]. Italiano não tem fircativas dentais: Não vozeada /θ/ possivelmente realizada como [t̪] or [f]. Vozeada /ð/ possivelmente realizada como [d̪]. Desde /t/ e /d/ são tipicamente pronunciados sempre como paradas dentais, palavras como there e dare podem torna-se homófonos. /æ/ é geralmente realizado como [ɛ], assim bag [bæɡ] soa como beg [bɛɡ]. Tendencia a pronunciar /k/, /p/, /t/ como paradas não-aspiradas.