Correio Braziliense é um jornal brasileiro com sede em Brasília, Distrito Federal, pertencente aos Diários Associados, do qual fazem parte outros veículos de comunicação, como a TV Brasília. http://www.diariosassociados.com.br/home/

Ao lado de Folha de S.Paulo, Estado de Minas, Zero Hora, O Globo e O Estado de S. Paulo, entre outros, forma o grupo dos principais jornais de referência do Brasil.

História thumb|direita|200px|Assis Chateaubriand, fundador do Jornal Correio Braziliense Fundado no dia 21 de abril de 1960 por Assis Chateaubriand, juntamente com a inauguração da cidade e a da TV Brasília. O nome veio do histórico Correio Braziliense ou Armazém Literário, editado em Londres a partir de 1808 por Hipólito José da Costa.

Em 1960, aceitando um desafio do presidente Juscelino Kubitschek, os Diários Associados, então maior conglomerado de mídia no Brasil, se propuseram a lançar um jornal na nova capital federal, Brasília. Descobrindo nos escritos de Hipólito José da Costa ideias favoráveis à transferência da capital do Rio de Janeiro para o interior, o então diretor dos Diários Associados Assis Chateaubriand decidiu retomar o título, aproveitando o termo brasiliense que começava a ser empregado como adjetivo pátrio de Brasília. No entanto, para manter a fidelidade ao título de Costa, decidiu-se por conservar a grafia arcaica braziliense, no lugar da grafia atual do gentílico, brasiliense.

Mesmo após a morte de Assis Chateaubriand, o Correio, diferentemente da sua co-irmã TV Brasília que foi vendida em 2001,. continuou a pertencer aos Diários Associados, sendo o principal jornal da Capital Federal.

Design gráfico thumb|250px|direita|O presidente do Correio Braziliense, Álvaro Teixeira da Costa, discursando durante o jantar comemorativo dos 50 anos do jornal. Foto:Renato Araujo/ABr.

Na gestão do editor executivo Ricardo Noblat, o Correio Braziliense foi o jornal brasileiro com o design gráfico mais premiado pela "Society for News Design" (SND), a mais importante sociedade internacional de design de jornais. O então editor executivo de arte, Francisco Amaral, foi o profissional que arquitetou as mudanças de design do jornal. O projeto gráfico criado por Amaral também foi premiado pela SND.

Da década de 1990 até 2003, o Correio Braziliense liderou no design de jornais brasileiros, seguindo o conceito de um jornal aberto às mudanças de linguagem nas publicações editoriais. O exemplo mais claro dessa visão está no projeto da primeira página do jornal, valorizando um ou dois temas principais e utilizando uma sofisticada hierarquia tipográfica para as chamadas e manchetes.

Em 2022, com a crise no grupo responsável pelo jornal, foi anunciado a compra de debêntures da sede da empresa pelo político Luiz Estevão.https://diariodopoder.com.br/brasil-e-regioes/distrito-federal/sede-do-correio-braziliense-pode-acabar-nas-maos-de-luiz-estevao/amp

Internet Em 21 de abril de 2008, o site do Correio Braziliense foi totalmente reformulado visando torná-lo mais interativo. Além do telejornal "Correio Notícias", outros programas da grade são o "Grita Geral", o "Bate-Pronto", e o "Correio Debate". Complementarmente, o internauta também poderá participar de enquetes.

No dia 21 de junho de 2009, o jornal lançou seu novo projeto gráfico e editorial.

No dia 15 de janeiro de 2011, o Correio lançou sua versão para iPad..

Cadernos Após a reforma gráfica do jornal, ocorrida em 2009, a classificação dos cadernos ficou assim:

Cadernos diários Primeiro caderno: Capa, Política, Brasil, Economia, Opinião, Mundo, Saúde e Ciência, Superesportes Caderno cidades: Cidades, Política & Economia no DF Diversão & Arte Classificados

Editorias não-diárias do jornal Tecnologia: segundas-feiras, quartas-feiras e sextas-feiras Saber Viver: terças-feiras Gastronomia: quintas-feiras e sábados Pensar: Sábado

Suplementos semanais Segunda-feira: Direito & Justiça Quarta-feira: Turismo Quinta-feira: Veículos (Vrum) Sexta-feira: Divirta-se Mais Domingo: Revista do Correio e Trabalho&Formação Profissional

Prêmios Prêmio Esso de Jornalismo Concedido pela Exxon Mobil do Brasil, o Prêmio Esso de Jornalismo é a Máxima Honraria do jornalismo brasileiro, conhecida popularmente como o "Óscar do jornalismo". Em 1994 e 2000 o jornal venceu o Prêmio Honorário, dado à Melhor Contribuição à Imprensa, de alguma instituição, pessoa ou produto, ao mercado jornalístico.

Esso Regional Centro-Oeste 1995, concedido a Antônio Vital, Ana Beatriz Magno, Anamaria Rossi, Luis Turiba, Orlando Pontes e Jailton de Carvalho, pela obra "A MÁFIA DO CONDOMÍNIO" Prêmio Esso de Jornalismo 2000 - Melhor Contribuição à Imprensa: "Pela coragem e ineditismo demonstrados ao editar a manchete "O Correio Errou", reconhecendo a incorreção da informação veiculadas também em manchete do dia anterior" Prêmio Esso de Jornalismo 1994 - Melhor Contribuição à Imprensa: "Cuja reforma comprova a viabilidade da imprensa independente no centro do poder, movimenta o mercado jornalístico e fortalece a estrutura dos Diários Associados" 2002: Esso Regional Centro-Oeste, concedido a Tina Evaristo e Equipe, pela reportagem "Grilagem em Brasília" 2003: Esso Regional Centro-Oeste, concedido a Eumano Silva, Thiago Vitale, Matheus Leitão e Rodrigo Rangel, pela reportagem "Guerrilha no Araguaia" 2005: Esso Especial de Primeira Página, concedido a João Bosco A. de Almeida, Carlos Marcelo, Cristine Gentil, Alexandre Botão e Luis Tajes, pela reportagem "Mais Quatro Anos…" 2008: Esso de Reportagem, concedido a Ana Beatriz Magno e José Varella, pela reportagem "Os Brinquedos dos Anjos" 2009: Esso de Informação Econômica, concedido a Vicente Nunes, Ricardo Allan, Vânia Cristino, Karla Mendes, Letícia Nobre, Luciano Pires, Luciana Navarro, Mariana Flores e Edna Simão, pela reportagem "O Brasil que Emergirá da Crise"

Prêmio Engenho de Comunicação Concedido pela Engenho Criatividade em Comunicação, é o principal prêmio dado a veículos e jornalistas locados em Brasília. Foi dado ao Correio Braziliense por sete vezes.

2011 - Melhor Veículo Impresso: Caderno Cidades (Correio Braziliense). 2011 - Melhor Inovação Jornalística: Pacote iPad do Correio Braziliense.Engenho - Edição 2011 2010 - Melhor Veículo Impresso: Caderno Super Esportes (Correio Braziliense).Engenho - Edição 2010 2009 - Melhor Cobertura de Brasília: Correio Braziliense.Engenho - Edição 2009 2008 - Melhor Veículo Impresso: Correio Braziliense.Engenho - Edição 2008 2007 - Melhor Veículo Impresso: Correio Braziliense.Engenho - Edição 2007 2006 - Melhor Veículo Impresso: Revista do Correio (Correio Braziliense).Engenho - Edição 2006

Prêmio Vladimir Herzog Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog por Jornal Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado 2014 "Mapa da Ditadura em Brasília" Jornal Correio Braziliense – Brasília Ana Pompeu

Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog por Texto Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado 2017 “Brasília Confidencial” Correio Braziliense – Brasília/DF Adriana Bernardes e Renato Alves Menção Honrosa do Prêmio Vladimir Herzog por Arte Ano Obra Veículo de mídia Autor Resultado 2003 Charge "Convivência Atroz" Jornal Correio Braziliense/DF Fernando de Castro Lopes

Slogans

1991-1997: Identidade com o leitor 1994: Identidade com Brasília 2000-2008: O Jornal Capital 2008: 200 anos de um ideal 2008-2018: Você à frente de tudo. 2018-: Jornalismo de Verdade

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Bibliografia COSTA, Fernando Hippólyto da. Hipólito da Costa: Cronologia do fundador da imprensa brasileira. Natal: 2008. (No prelo) DOURADO, Mecenas. Hipólito da Costa e o Correio Braziliense. Rio de Janeiro: F. Bastos, 1957. FERREIRA JUNIOR, José. Capas de jornal: a primeira imagem e o espaço gráfico visual. Senac São Paulo. LUSTOSA, Isabel. O Nascimento da Imprensa Brasileira. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003. NOBLAT, Ricardo. O que é ser Jornalista. Rio de Janeiro: Record, 2004. RIZINNI, Carlos de Andrade. Hipólito da Costa e o Correio Braziliense. São Paulo: Cia. Ed. Nacional, 1957. SOBRINHO, Barbosa Lima. Antologia do Correio Braziliense. Rio de Janeiro: Editora Cátedra, 1977.

Ligações externas

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