Sonia Corrêa (18 de novembro de 1948) é uma ativista feminista e pesquisadora do BrasilIs Wikipedia Woke? The ubiquitous reference site tries to expand its editor ranks beyond the Comic Con set. por Dimitra Kessenides e Max Chafkin, publicado pela "Bloomberg" (2016), trabalhando principalmente em questões de igualdade de gênero, saúde e sexualidade.Feministas comemoram escolha de nova ministra das Mulheres por Luiz Carlos Azenha (2012) Foi fundadora da SOS-Corpo, entidade feminista de Recife (PE) que se dedica à defesa dos direitos reprodutivos e direitos sexuais das mulheres.Sônia Correa: Em nome do “maternalismo”, toda invasão de privacidade é permitida por Conceição Lemes (2012)
Ativismo Sonia Corrêa é formada em arquitetura e urbanismo e tem uma pós-graduação em antropologia.Currículo.
Começou a promover a igualdade de gênero no período de redemocratização no Brasil, em protestos que reivindicavam liberdades e combatiam o autoritarismo. Ela integrou o grupo representante da sociedade civil brasileira que discutiu sobre direitos e saúde sexual e reprodutiva na II Conferência Mundial sobre Direitos Humanos, em Viena, Áustria, em 1993, e na III Conferência Mundial sobre Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e formas correlatas de Intolerância, em Durban, África do Sul, em 2001.
De 1992 a 2009, Corrêa foi coordenadora de pesquisa em saúde e direitos sexuais e reprodutivos na Development Alternatives with Women for a New Era (DAWN), uma rede feminista do Sul Global. Nessa função, como integrante da sociedade civil, ela participou das negociações das Nações Unidas sobre questões relacionadas a gênero e sexualidade na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento (CIPD), realizada em 1994; na IV Conferência Mundial sobre a Mulher, em 1995.
Em 2006, Sonia co-presidiu o Comitê de Especialistas que elaborou os Princípios de Yogyakarta, que estabeleceu parâmetros para os direitos humanos quando o assunto é orientação sexual e identidade de gênero. O documento abriu terreno para que essas questões passassem a ser incorporadas no direito internacional dos direitos humanos.Signatories to the Yogyakarta Principles, p.35
Desde 2000, Sonia é co-líder com Richard Parker do Observatório de Sexualidade e Política, que se debruça sobre gênero, sexualidade, direitos humanos e democracia. É um fórum global de pesquisadores e ativistas que atuam em temas e políticas de direitos sexuais em todo o mundo. O fórum foi lançado em 2002, como International Working Group on Sexuality and Social Policy (IWGSSP), mas mudou seu nome para Sexuality Policy Watch em 2006. Desde sua criação, o SPW tem conduzido pesquisas sobre tendências da sexualidade, atuado na defesa da prevenção da violência contra as mulheres, estabelecido parcerias com grupos de direitos sexuais e publicado análises fundamentais de políticas públicas.
Prêmio
2024 - Prêmio do Orgulho Internacional, na categoria “Vida dedicada à igualdade”, do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da ILGA World
Publicações selecionadas
Population and Reproductive Rights: Feminist Perspectives from the South (Zed Books, 1994) , Sexuality, Health and Human Rights, co-authored with Richard Parker and Rosalind Petchesky (Routledge, 2008) , Development with a Body, co-authored with Andrea Cornwall and Susan Jolly (Zed Books, 2008) , "Emerging powers, sexuality and human rights: Fumbling around the elephant", co-authored with Sonia Corrêa and Akashay Khanna (SPW Working Papers, June 2015)
Categoria:Mulheres ativistas do Brasil Categoria:Ativistas dos direitos humanos do Brasil