A realizou-se entre 26 e 27 de maio de 2017, em Taormina, Sicília, Itália. Em março de 2014, o G7 declarou que não seria possível uma discussão integral com a Federação Russa no contexto multilateral da organização por conta dos empecilhos diplomáticos gerados após a Crise da Crimeia. Desde então, as reuniões de cúpula não têm sido realizadas sob o contexto do G8.

Foi a primeira ocasião desde 1987 em que a Itália sediou uma reunião de cúpula do G7 sem a liderança de Silvio Berlusconi. No geral, a reunião foi a sexta ocasião em que o país recebeu uma cimeira do grupo; outras cidades italianas a sediarem o evento foram Veneza (1980 e 1987), Nápoles (1994) e Áquila (em 2009). O comparecimento de Angela Merkel e Theresa May marcou a primeira vez em que mulheres representaram as nações europeias mais poderosas do grupo.

Participantes thumb|right|280px|Líderes do G7 durante a 43.ª reunião do grupo, 2017. A 43.ª reunião de cúpula contou com a participação dos líderes dos sete Estados-membros do G7, além de representantes da União Europeia. O Presidente da Comissão Europeia têm sido um membro-convidado em todas as cimeiras desde 1981. O evento contou com a primeira participação dos líderes Theresa May, Emmanuel Macron e Donald Trump, sendo também o primeiro encontro bilateral entre este dois últimos.

Membros permanentesPaís anfitrião e líder estão indicados em negrito. Membro Representado por Título Alemanha Angela Merkel Chanceler Canadá Justin Trudeau Primeiro-ministro Estados Unidos Donald Trump Presidente França Emmanuel Macron Presidente Itália Paolo Gentiloni Primeiro-ministro Japão Shinzō Abe Primeiro-ministro Reino Unido Theresa May Primeiro-ministroUnião Europeia Jean-Claude Juncker Presidente da Comissão Europeia Donald Tusk Presidente do Conselho Europeu

Temas Os líderes presentes enfatizaram temas de interesse comum entre as nações, como: o fim da Guerra Civil Síria, conclusão da missão das Nações Unidas na Líbia, redução da presença do Estado Islâmico do Iraque e do Levante na Síria e Iraque. Além disto, a Coreia do Norte foi tema das discussões, sendo conclamada a cumprir as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Alguns líderes também citaram a necessidade de uma posição da Federação Russa sobre o conflito na Ucrânia.

No setor de economia, os líderes comprometeram-se a apoiar uma atividade econômica e garantir estabilidade de mercado, além de desafiar desigualdades de comércio. Os líderes concordaram em criar condições para o recebimento dos imigrantes de outros países afetados pelo conflito no Oriente Médio. Outros temas debatidos foram o aquecimento global e as políticas internacionais de saúde.

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