António Augusto Peixoto Correia (Vila Nova de Gaia, 11 de outubro de 1913 — 16 de março de 1988) foi um oficial da marinha e político português.

Peixoto Correia, foi chefe de gabinete do Governador Sarmento Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Bissau, presidente do Conselho dos Desportos, capitão dos Portos, vice-presidente da Comissão Orientadora da Radiodifusão e membro residente do Centro de Estudos da Guiné Portugueses (CEGP).

Foi durante o seu mandato como Governador da Guiné que se deu o Massacre de Pidjiguiti no porto de Bissau.

Cargos políticos Foram diversos os cargos políticos ocupados por António Augusto Peixoto Correia: Governador de Huíla (Angola) em 1955. Chefe de gabinete do Ministro do Ultramar. Governador de Cabo Verde entre 1957 e 1958. Governador da Guiné no período de 1958 a 1962. Ministro do Ultramar de 4 de dezembro de 1962 a 19 de março de 1965. "Tratando-se de um homem discreto, bom conhecedor de África, mas sem vínculo político, teria sido chamado ao Governo para aliviar as tensões surgidas com Adriano Moreira".José Tavares Castinho (2004), "CORREIA, António Augusto Peixoto" in Dicionário Bibliográfico Parlamentar, 1935-1974, Vol. 1, António Braga da Cruz, et al., Lisboa, Imprensa das Ciências Sociais e a Assembleia da República, p. 438. Chefe da 2.ª Repartição do Departamento da Defesa Nacional entre 1969 e 1970. Vice-presidente do Conselho Ultramarino de 1960 a 1970. Procurador à Câmara Corporativa durante a IX e X Legislatura respetivamente de 1965 a 1969 e de 1969 a 1973.

Livros publicados Lutar na paz (1965)

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