Apaúnio () ou Apauni () foi uma família nobre (nacarar) da Armênia.
Vida
thumb|Expansão do território dos Arzerúnios. Apaúnia é um dos territórios roxos
Moisés de Corene considerava-os descendentes de Haico e alegou que receberam seus direitos do rei . Apaúnia era seu apanágio. A Lista de Trono (, gahnamak) os menciona em 11.ª (linha principal) e 13.ª (linha cadete) posições entre as casas nobres. A Lista Militar (, Zōrnamak), o documento que indica a quantidade de cavaleiros que cada uma das famílias nobres devia ceder ao exército real em caso de convocação, afirma que deviam arregimentar mil cavaleiros. Eram uma das poucas famílias que tinham dois locais na corte. Após o estabelecimento do cristianismo na Armênia, tinham seu próprio bispado. Moisés, extraindo o nome do relato de Labubna () sob , diz que Sanságramo era membro dessa família. Segundo Fausto, o Bizantino, no tempo do rei , o bispo Cado de Marague teve duas filhas, e Moisés de Corene afirma que seus maridos eram Apaúnios.
Em meados do , Moneses Apaúnio colaborou com no contexto da revolta de contra o xá . Em 505/6, um Apaúnio assinou as atas do Primeiro Concílio de Dúbio. Sebeos cita os príncipes Manuel, Artavasdes, Bestã e Maictes no . Os Apaúnios são registrados até meados do , quando, ao serem expulsos de seus domínios pelo Emirado Cáicida de Manzicerta, foram obrigados a se assentarem na Vaspuracânia e aceitarem a suserania da família Arzerúnio. Eles tinham um ramo cadete conhecido, mas não estava separado do ramo principal e seus domínios estavam permanentemente sob controle de um governo principesco.
Bibliografia
Categoria:Família Apaúnio