Arthur Motta (Rio de Janeiro, 20 de fevereiro de 1879 — São Paulo, 14 de setembro de 1936), foi um engenheiro, professor e literato brasileiro, membro da Academia Paulista de Letras. Autor de Vultos e Livros, publicado em 1921 pela Monteiro Lobato & Cia., contendo notas bibliográficas e esboços biográficos dos membros da Academia Brasileira de Letras e seus patronosJornal O Paiz, 31 de outubro de 1921, pág. 3., segundo Tristão de Athayde “um verdadeiro comprimido de história e crítica, ponto de partida e fundamento de qualquer estudo de nossa vida literária”.Coluna "Vida Literária" em O Jornal de 14 de agosto de 1921, pág. 1.
Integralismo Em 1932, Arthur Motta assistiu à segunda sessão pública da Ação Integralista Brasileira desde sua fundação. Em seu discurso improvisado de agradecimento a uma saudação formal, feita por Ulisses Paranhos, Motta disse que, sendo matemático, compreendeu que "somente seria num sigma político, formado por todos os valores diferenciais da Nação, que o Brasil acharia salvamento". Após encerrada a reunião, Iraci Igayara, Lopes Casali e Miguel Reale desenharam o Sigma em uma folha de papel, num café na rua Líbero Badaró. Este se tornaria o símbolo oficial do Integralismo.
Obras Estudos preliminares para o reforço do abastecimento de água de São Paulo (1911) Vultos e Livros (1921) José de Alencar: sua vida e sua obra (1921) História da Literatura Brasileira: época de formação - sécs. XVI e XVII (1930)
Categoria:Críticos literários do Brasil Categoria:Nascidos em 1879 Categoria:Mortos em 1936