Diário Popular foi um jornal brasileiro com sede em Pelotas, Rio Grande do Sul. Foi fundado em 27 de agosto de 1890 e extinto em 12 de junho de 2024.

História

Iniciou com o coronel Pedro Osório, chefe do Partido Republicano Rio-grandense local. Teve como fundador e primeiro diretor Theodozio de Menezes. O escritor João Simões Lopes Neto teve obras suas publicadas no jornal.

Destoava um pouco da imprensa da época, pelo cunho mais ousado de suas chamadas e matérias, como a de 18 de outubro de 1936: “Censurada a imprensa de Pelotas”. Possuía formato tabloide, com circulação diária em Pelotas e cidades da região.

No dia 11 de junho de 2024, os proprietários do jornal anunciaram falência, levando ao encerramento das atividades do Diário Popular após 133 anos de atividade. A última edição do jornal circulou no dia 12 de junho, com a reprodução de capas históricas e uma carta da diretora-superintendente do periódico, Virgínia Fetter, anunciando o fim das atividades. Em seu encerramento, o jornal ainda possuía 58 funcionários, 18 deles apenas na redação. Além das dificuldades financeiras, as enchentes no Rio Grande do Sul em 2024, a pandemia de COVID-19 e os serviços digitais contribuíram para o fim do jornal. Na época de seu encerramento, era um dos jornais mais antigos do Rio Grande do Sul em atividade.

Ver também História da imprensa no Rio Grande do Sul

Ligações externas

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