Os protestos de 2016–2017 no Zimbábue começaram em 6 de julho de 2016 quando milhares de zimbabuanos protestaram contra a repressão governamental, serviços públicos precários, alto desemprego, corrupção generalizada e atrasos no recebimento dos salários de funcionários públicos. Uma greve nacional, chamada de "dia de afastamento", começou em 6 de julho e protestos subsequentes ocorreram em todo o país e na diáspora.
O governo do Zimbábue responsabilizou os governos ocidentais pelos protestos e foi acusado de bloquear mídias sociais como o WhatsApp das 9h às 11h de 6 de julho de 2016 para evitar que as pessoas se reunissem para protestar.
Em 18 de novembro de 2017, protestos de solidariedade ao movimento anti-Mugabe foram realizados no Zimbábue e em outros países, após o golpe militar de 15 de novembro. Em 21 de novembro, Robert Mugabe enviou uma carta ao Parlamento do Zimbábue renunciando à presidência.
Demandas De acordo com a BBC, os manifestantes de 2016 tiveram cinco demandas:
Pagamento dos funcionários públicos em dia; Redução dos bloqueios de estradas e encerrar o assédio dos policiais às pessoas por dinheiro; Demissão do presidente Robert Mugabe e processos contra funcionários corruptos; Abandonar os planos para introduzir notas bônus; Remover uma proibição recente de produtos importados.
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