Priscyla Gomes é uma curadora e pesquisadora brasileira em artes visuais e arquitetura. Graduada em Arquitetura e Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - FAU-USP, mestre em Teoria e História das Artes pela USP e doutora pela mesma instituição. Possui também especialização em Filosofia da Arte pela Pontifícia Universidade Católica (PUC).
Curou diversas mostras como: Andy Warhol: Pop Art! (MAB-FAAP), Terra (Galeria Claraboia, SP), Meu quintal é maior que o mundo (Casa Triângulo-SP), Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak (MIS Ceará, CCBB RJ, DF, ITO), Vânia Mignone: De tudo se faz canção (Inst. Tomie Ohtake, SP) e Modernas! São Paulo vista por elas , co-curada com Ilana Feldman (Museu Judaico-SP).
Ministrou cursos no Museu de Arte de São Paulo (MASP), no Museu da Casa Brasileira (MCB) , no Instituto Tomie Ohtake e no Instituto Adelina. Seus artigos foram publicados em revistas como Estudos Avançados - USP, SELECT, SP-Arte, DasArtes, Jornal NEXO, entre outros. Foi também júri do Prêmio de Arquitetura Instituto Tomie Ohtake AkzoNobel, da 2a a 6a edição , além de júri e responsável pela concepção do Prêmio de Design Instituto Tomie Ohtake Leroy Merlin.
Em 2019, o Instituto Tomie Ohtake publicou AI-5 50 Anos: Ainda Não Terminou de Acabar, referente à produção artística no período da ditadura militar brasileira, com textos de Priscyla e outros onze autores. Por este livro, ela ganhou em 2020 o Prêmio Jabuti na categoria "Artes".
Organizou também diversos livros, sendo Tomie (2022), dedicado à produção da artista nipo-brasileira Tomie Ohtake, finalista do Prêmio Jabuti 2023. Em 2025, ganhou o Prêmio APCA de melhor exposição internacional com “Andy Warhol: Pop Art!”.
Categoria:Mulheres ganhadoras do Prêmio Jabuti