Os Irmãos da Floresta (, tq'is dz'mebi) foram um grupo guerrilheiro consistindo principalmente de georgianos étnicos que permaneceram na república separatista da Abecásia após a derrota do exército regular georgiano na Guerra na Abecásia (1992–1993) Georgia: The Threat of Attacks as a Diplomatic Tool, 11 de Novembro de 2005, StratforSecurity deteriorates along the Abkhazia-Georgia ceasefire line, 6 de setembro de 2001, Jane's Information GroupFighting in Georgia Redraws Twisted Alliances, Groong Research & Analysis Group e resistiu à limpeza étnica dos georgianos no território disputado.

O grupo, juntamente com outro grupo guerrilheiro chamado Legião Branca, continuou a guerra de guerrilha de baixa intensidade contra as forças abecazes ao longo da linha de cessar-fogo no final da década de 1990 e início dos anos 2000. De acordo com o Ministério do Interior da Geórgia, ao abrigo de sua guerra de guerrilha, os Irmãos da Floresta se envolveram em sequestros, contrabando e outros crimes.

Os Irmãos da Floresta eram liderados por Dato Shengelia. Shengelia dissolveu o grupo depois que Mikheil Saakashvili foi eleito presidente da Geórgia em janeiro de 2004. Em 4 de fevereiro de 2004, a polícia prendeu um grande número de Irmãos da Floresta em Zuguedidi. Em 11 de fevereiro, Shengelia declarou que havia chegado a um acordo com o ministro do Interior, Giorgi Baramidze, para depor as armas.

Em dezembro de 2006, Shengalia foi preso por posse de heroína e metadona, e posteriormente condenado a 24 anos de prisão. No entanto, foi libertado em 2010 por conta de problemas de saúde. Em 22 de fevereiro de 2011, a delegação da Abecásia na 25.ª reunião sobre prevenção de incidentes em Chuburkhindji questionou a libertação de Shengelia e exigiu sua extradição do lado georgiano por vários crimes graves.

Categoria:Conflito georgiano-abecásio