Diana Sânscrito Alfabeto Latino Diana Devanāgarī ध्यान Pali Alfabeto Latino Jana Devanāgarī झान Sinhala ඣානl Chinês Hanyu Pinyin Chán Wade-Giles Ch'an Cantonês e IPA sɪm4 Cantonês e Jyutping sim Hanzi 禪 Jiantizi 禅 Coreano Transliteração do Coreano Seon McCune-Reischauer Sŏn Hangul 선 Hanja 禪 Japonês Romaji Zen Kanji 禅 Vietnamita Quốc ngữ Thiền
DianaVOLP, verbete diana (Dhyāna) é um termo Sânscrito que se refere a um dos tipos ou aspectos da contemplação (meditação). É conceito chave no Hinduísmo e Budismo. Equivale aos termos jana, em Páli; "chán", em Chinês, "seon", em Coreano, e "zen", em Japonês.
Diana no Budismo No Cânone Páli, o Buda descreve os oito progressivos 'estados de absorção', ou 'Jana'. Os quatro primeiros estão conectados ao mundo físico, e os últimos quatro, apenas ao mundo mental (q.q.d. não há nenhuma experiência corporal nos quatro maiores Janas). Deve-se notar que estes estados não são a meta final ensinada pelo Buda, desde que todos ainda estão dentro do campo da mente e da matéria. A meta final Nirvana é um experiência além do cérebro e da matéria.
Na Ásia Ocidental, várias escolas de Budismo achavam que o foco era no diana, sob nomes Chan, Zen, e Seon. De acordo com a tradição, Bodidarma levou o Diana para o templo Shaolin na China, onde surgiu a transliteração "chan" ("seon" na Coreia, e então "zen" no Japão).
Janas são descritos pelos fatores mentais que a apresentam no estado:
Inicial Sustentada Vicara Êxtase Piti Felicidade Um-ponto
Quando o praticante atinge a primeira vez o Jana, ele pode meditar sem ser perturbado por qualquer pensamento ou desejo, mas os pensamentos ainda estão aqui. Segundo Jana: Piti, Suca, Ecagata Todos os processos mentais cessam. Existe apenas êxtase, felicidade, e objeto. Terceiro Jana: Suca, Ecagata O êxtase desaparece. Quarto Jana: , Ecagata Mesmo a felicidade desaparece, levando a um estado nem de prazer, nem de sofrimento. Buda descreve os Janas como "os passos de tatagata". Tradicionalmente, este quarto Jana é visto como o começo da aquisição de poderes psiônicos.
Estes quatro são rupajana, janas material, os quatro adicionais, chamdos de arupajana consistem em dois fatores Upeca e Ecagata. Arupajanas são janas não materiais e são descritos por propósito mental: Quinto Jana: espaço infinito Sexto Jana: consciência infinita Setimo Jana: nada Oitavo Jana: nem a percepção nem a não-percepção
Janas são apresentados como partes da prática de Samatha, como se opondo a Vipassana. Mas Vipassana janas também é mencionada. Quando o despertamento ergue-se e ultrapassa as sensações físicas e se mantém durante os quatro primeiros Janas eles são chamados Vipassana Janas.
Diana no Hinduísmo De Acordo com o Iogassutra, diana é uma das oito práticas do Ioga. (Os outros sete são Iama, Niiama, Asana, Pranaiama, Pratiaara, Darana, e Samádi).
No Rajaioga de Patanjali, o estágio de meditação que precede o diana é chamado de darana. No Diana, o praticante é consciente do ato de contemplação e do objeto de meditação. Diana é diferente de Darana no fato de que o praticante torna-se o objeto da sua contemplação e é capaz de manter este estado por 144 inspirações e expirações.
O Diana no Ioga é especificamente descrito por Seri Críxena no capítulo 6 do famoso Bagavadeguitá, em que explica os diferentes tipos de Ioga ao seu discípulo, Arjuna.
Ligações externas (log in with userID "guest") The Buddha's descriptions of the first four states of dhyana in the Pali Canon (Anguttara Nikaya V.28) by Swami Nirmalananda Giri by the contemplative recluse monk Sotapanna Jhanananda (Jeffrey S, Brooks)
is het stadium van meditatieve trainingen die tot Samadhi leiden. door Swami Nirmalananda Giri
Categoria:Filosofia indiana Categoria:Meditação budista Categoria:Ioga