thumb|180px|Flagelação de presos nos Estados Unidos da América no princípio do século XX. A palavra flagelação (do termo latino flagellatione), também chamado de chicoteamento ou de açoitamento, refere-se à prática de atos punitivos, mortificantes ou de sacrifício, por diversos motivos (jurídicos ou religiosos), podendo ter origem em escolha voluntária ou não. Nos países muçulmanos, a flagelação pode ser usada tanto como castigo por violação da xaria (caso do Irão, Arábia Saudita), por consumo de álcool, sexo fora do casamento, etc. ou como a autoflagelação, praticada por alguns xiitas durante o Ashura, envolve automutilação para lembrar o martírio de Hussein.
O termo aplica-se por exemplo a religiosos que incutem, a si mesmos, sofrimentos e chagas, de modo a imitar a paixão de Cristo. Também os xiitas usam a flagelação como mortificação na forma de autoflagelação.
thumb|180px|Flagelação de tipo sadomasoquista
O sadomasoquismo também recorre à flagelação, mas por motivos eróticos e sexuais.
O termo flagelo é, ainda, aplicado a catástrofes naturais, como terremotos, enchentes, maremotos e incêndios ou para caracterizar grandes epidemias ou doenças incuráveis, tais como SIDA, gripe espanhola, cancro etc.
Ver também Azorrague Chicote
Ligações externas
Página sobre castigos corporais (flagelação) Notícia sobre uma flagelação em público no Irão (chicotadas) por violação da sharia (consumo de álcool e relações fora do casamento, em Agosto de 2007, com foto) Notícia de uma flagelação de dois homens em Alepo na Síria por membros de milícias anti Assad condenados a 25 chicotadas cada um por não encerrarem o seu negócio para assistirem às cerimónias na mesquita numa sexta-feira. Inclui vídeo.
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