Ladies Should Listen é um filme estadunidense de 1934, do gênero comédia romântica, dirigido por Frank Tuttle, estrelado por Cary Grant e Frances Drake, e coestrelado por Edward Everett Horton, George Barbier, Nydia Westman e Charles Ray. O roteiro de Claude Binyon, Frank Butler e Guy Bolton foi baseado na peça teatral homônima de 1933, do próprio Bolton, por sua vez adaptada da peça teatral "Le demoiselle de Passy" (1927), de Alfred Savoir.

A trama retrata a história de um homem que se vê envolvido em uma teia de confusões após retornar da América do Sul com um contrato valioso.

Sinopse Julian de Lussac (Cary Grant), um membro proeminente da alta sociedade parisiense, retorna da América do Sul com um contrato valioso de concessão de nitrato no Chile. Com a sua volta, ele começa a ser cortejado por três mulheres: Marguerite Cintos (Rosita Moreno), esposa do ladrão Ramon Cintos (Rafael Corio), que o seguiu até Paris com a intenção de roubar seu contrato; Susi Flamberg (Nydia Westman), filha do milionário Joseph Flamberg (George Barbier); e Anna Mirelle (Frances Drake), telefonista do prédio em que ele mora.

Sob a manipulação de Ramon e sua esposa, Julian é seduzido e se apaixona perdidamente por ela. No entanto, quando Marguerite decide se despedir dele, Julian, em desespero, ameaça suicidar-se. Determinada a salvar o rapaz e expor os vigaristas, Anna Mirelle, que estava ouvindo todas as conversas de Julian e Marguerite pelo telefone, elabora um plano astuto para intervir antes que seja tarde demais – e talvez até encontre o amor no caminho.

Elenco Cary Grant como Julian De Lussac Frances Drake como Anna Mirelle Edward Everett Horton como Paul Vernet George Barbier como Joseph Flamberg Nydia Westman como Susi Flamberg Charles Ray como Henri, o porteiro Rosita Moreno como Marguerite Cintos Rafael Corio como Ramon Cintos Joe North como Mordomo Charles Arnt como Albert, o criado Ann Sheridan como Adele (creditada como Clara Lou Sheridan) Henrietta Burnside como Telefonista

Recepção O filme obteve uma recepção negativa. Wolfe Kaufman, em sua crítica para a revista Variety, escreveu que Cary Grant havia sido "brutalmente mal escalado", embora Rob Wagner, para a revista Script, tenha anunciado que estava "particularmente satisfeito" com ele, comparando-o a Clark Gable em "It Happened One Night", lançado também naquele ano, com sua capacidade de "surpreender a todos com seu encanto delicioso para a comédia leve".

Frank S. Nugent, em sua crítica para o jornal The New York Times, escreveu: "Além do tema, a oferta da Paramount tem pouco a recomendar. Há alguns momentos breves em que o espectador entretém alguma esperança de que o filme esteja entrando no ritmo da farsa, mas a promessa não é cumprida; o filme desanda dolorosamente. Ele recorre a uma série de situações monótonas e mais do que levemente reminiscentes, e o diálogo brilha, mas raramente".

Bibliografia

Ligações externas

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