As relações diplomáticas entre os Estados Unidos da América e a Republica da China, ainda na China continental, se iniciaram em 1912, após Washington reconhecer a queda da Dinastia Qing e o novo governo formado em Nanquim. Os Estados Unidos se aproximaram da China durante a Segunda Guerra Mundial, especialmente após o Ataque a Pearl Harbor em 1941, quando se tornaram oficialmente aliados. Pouco antes do governo chinês se realocar para Taiwan, os Estados Unidos ofereceram uma série de suportes econômicos e ajuda bélica, substituindo o papel da União Soviética como principal parceiro politico e econômico da China entre 1946 e 1949. Durante o estágio inicial da Revolução Chinesa, durante a Revolução Xinhai em 1911, os Estados Unidos da América reconheceram o novo governo da República da China no ano seguinte, em 1912. A partir de 1916, o governo chinês passou a ser controlado pelos Senhores da guerra, enquanto um governo rival de cunho revolucionário havia sido estabelecido pelo Partido Nacionalista da China no sul, em Guangzhou, e reivindicava ser o governo legitimo da China; de todo modo, assim como os demais países, os Estados Unidos não reconheceram este governo até 1928, após a Reunificação chinesa e a criação de um novo gabinete gerenciado por Chiang Kai-shek; devido a o estranho relacionamento entre o governo nacionalista e Washington, a relação entre as nações era instável principalmente devido aos seus interesses, até 1940, quando os Estados Unidos passaram a apoiar, ainda que indiretamente, a China na guerra contra o Império Japonês.

A partir de Dezembro de 1941, o Japão entrou em guerra direta contra os Estados Unidos, e os reforços americanos a China se intensificaram, bem como seus laços foram estreitados, distanciando a China da União Soviética, e de certa forma gradualmente, causando um cisma na Cooperação Sino-Soviética.

Com a rápida deterioração da frente Chinesa depois dos Japoneses lançarem a Operação Ichi-Go em 1944, o General Joseph Stilwell observou isto como uma oportunidade para vencer sua luta política contra Chiang Kai-shek, líder da China, e ganhar o controle total de todas as forças armadas Chinesas. Ele foi capaz de convencer o General George Marshall a fazer com que o Presidente Franklin Delano Roosevelt mandasse um ultimato para Chiang ameaçando acabar com toda ajuda Americana a menos que Chiang "imediatamente" colocasse Stilwell "em comando irrestrito de todas as suas forças."Romanus and Sunderland, Stilwell's Command Problem, p.446-447

Stilwell imediatamente entregou esta carta para Chiang apesar dos pedidos de Patrick Hurley, enviado especial de Roosevelt na China, para impedir a entrega da mensagem e trabalhar em um acordo que conquistaria o objetivo de Stilwell de uma maneira mais aceitável para Chiang. Vendo este ato como um movimento em direção à completa subjugação da China, Chiang deu uma resposta formal na qual ele disse que Stilwell deve ser substituído imediatamente e ele gostaria de receber qualquer outro general qualificado dos Estados Unidos para preencher a posição de Stilwell. Como resultado, Stilwell foi substituído como Chefe de Gabinete para Chiang Kai-shek e comandante das Forças dos Estados Unidos do Teatro da China (USFCT) pelo Major-general Albert Wedemeyer. Suas outras responsabilidades de comando no Teatro China-Birmânia-Índia foram dividas e alocadas a outros oficiais.

A Partir de 1946, Chiang Kai-shek, liderando a ala direita dos nacionalistas e a maior parte do governo chinês reiniciou um conflito interno contra Mao Zedong, líder do Partido Comunista da China e favorecido pela ala esquerda dos nacionalistas; os Estados Unidos, apesar do sofrido em 1944 nas relações públicas, apoiou a China de Kai-shek, no entanto, este apoio não era o suficiente, e o governo de Nanquim foi forçado a mover para Taiwan em Dezembro de 1949.