thumb|250px|Juan Guaidó apresentando o Plan País Venezuela em 31 de janeiro de 2019 Plan País Venezuela (em inglês: Plano para o País) é um plano organizado por Juan Guaidó e a Assembleia Nacional da Venezuela criado para revitalizar a economia da Venezuela, a indústria petrolífera e os setores sociais.
Origens O Plan País Venezuela estava em elaboração há algum tempo e foi inicialmente desenvolvido por meio de uma série de reuniões públicas e privadas nos Estados Unidos e na Venezuela. Especialistas de todos os setores foram consultados, entre eles o economista Ricardo Hausmann e políticos e diplomatas incluindo Leopoldo López, Julio Borges e Carlos Vecchio, juntamente com Guaidó. Guaidó agradeceu a seu mentor Leopoldo López, afirmando que o livro de López, Venezuela Energética, inspirou o projeto Plan País Venezuela.
Apresentação Durante a Crise presidencial na Venezuela, Guaidó anunciou em 31 de janeiro que a Assembleia Nacional da Venezuela havia aprovado uma comissão para desenvolver e implementar o plano de reconstrução da Venezuela, a ser chefiada pelo deputado Juan Andrés Mejía. O plano prevê oferecer subsídios governamentais às populações mais vulneráveis da Venezuela, restaurar o pessoal experiente — removido pelo ex-presidente Hugo Chávez — à PDVSA (empresa estatal de petróleo da Venezuela) e melhorar o investimento estrangeiro. Segundo Guaidó, os objetivos do plano são "estabilizar a economia, atender imediatamente à emergência humanitária, resgatar os serviços públicos e superar a pobreza". Uma resposta ao Plan de la Patria de Maduro, o projeto prevê revitalizar a PDVSA, restaurar o setor de saúde e oferecer assistência aos mais pobres.
O assessor econômico José Guerra declarou que, para conter a hiperinflação na Venezuela, o governo de transição deve remover o câmbio fixo, interromper a inflação monetária limitando a oferta de moeda da Venezuela e refinanciar a dívida externa. O assessor Jose Toro estimou que a Venezuela precisava de um investimento de US$ 30 bilhões para a recuperação econômica. O deputado Ángel Alvarado afirmou: "Não vamos reduzir os gastos, não vamos viver em austeridade, vamos adotar um programa de expansão para reativar a economia venezuelana". A implementação do plano requer a saída de Nicolás Maduro da presidência.
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