Paúl René Moreno Camacho (Maracaibo, 21 de setembro de 1992 – Maracaibo, 18 de maio de 2017) foi um ativista, estudante de medicina e paramédico voluntário venezuelano da Cruz Verde que morreu atropelado em uma barricada durante os Protestos na Venezuela em 2017.

Morte Paúl Moreno era estudante do quinto ano de medicina na Universidade do Zulia e voluntário paramédico da Cruz Verde. Em 18 de maio de 2017, Paúl estava próximo à Avenida Fuerzas Armadas em Maracaibo, quando o motorista de um veículo avançou sobre uma barricada, atropelando-o e fugindo do local. Moreno foi transferido para o Hospital Adolfo Pons, onde morreu aos 24 anos.

O assassinato de Paúl Moreno foi documentado em um relatório de um painel de especialistas independentes da Organização dos Estados Americanos, considerando que poderia constituir um crime contra a humanidade cometido na Venezuela, juntamente com outras mortes durante os protestos.

Investigações Em 17 de novembro de 2017, Omar Barrios, considerado responsável pela morte de Paúl, foi condenado a 19 meses de prisão domiciliar, após os quais teria um regime de apresentação a cada 15 dias. A sentença assinada pela juíza responsável pelo caso, Yesiré Rincón, estabeleceu incorretamente que Moreno morreu em 2009 e não em 2017, e a juíza Rincón argumentou que a tipificação de homicídio intencional não poderia ser aplicada porque o critério foi aprovado em 2011. A irregularidade da sentença foi denunciada em um comunicado por Carlos Moreno, irmão de Paúl.

Ver também Protestos na Venezuela em 2017 Juan Pablo Pernalete

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