Chiquititas é uma telenovela mexicana, adaptada por Cris Morena e autores mexicanos, e exibida em 11 de janeiro a 5 de março de 1999 pela Azteca Trece (TV Azteca). Remake da versão original da Argentina, Chiquititas narra a saga de Belén, a mocinha da história, seguindo fielmente ao texto argentino em sua primeira temporada. No México, Chiquititas teve apenas uma temporada que lançou alguns produtos infantis e um CD. Teve uma audiência satisfatória na época. Em torno de 60 a 70 capítulos foram gravados, mas apenas 39 capítulos foram ao ar, devido a novela ter sido cancelada ainda na primeira temporada.
Sinopse A versão mexicana de Chiquititas seguiu fielmente o texto argentino, fazendo pequenas alterações em nomes de personagens. A novela conta a história de Martín Morán que depois de viver em Londres durante muitos anos, volta à Cidade do México para tentar ajudar na cura de sua irmã Gabi. Conhece a operária Belén Fraga, por quem se apaixona. Belén é uma jovem trabalhadora determinada e convicta de suas atitudes. Estudando para assistência social, ela é convocada para ser a diretora do lar Rincón de Luz, para fúria da megera Carlota.
No orfanato, Belén conhece as doces chiquititas Mili, Gina, Vivi, Anita, Rocío, Tati e Jime. Cada uma delas tem sua própria história, seus mistérios, segredos, e sonhos. Belén também leva para viver no orfanato a pequenina Sol, filha de sua falecida amiga Letícia. Além destes, ainda vivem outros personagens no Rincón de Luz, como a inspetora Ernestina, o bondoso cozinheiro Don Nacho, o atrapalhado irmão de Belén, Piojo; além dos meninos Mosca, Cork, Roña, Julián e Matías. Em Rincón de Luz, os chiquititos e chiquititas do lar encontram a mãe e o pai que não tiveram.
Elenco
Chiquititas e Chiquititos Ixche del Paso - Milena Morán Pereira (Mili) Mariana Magaña - Sol Rivera (Dani) Alejandra Haydeè - Jimena Gómez "Jime" (Pata) Angélica Magaña - Georgina ''Gina'' (Cris) Alejandra Semancas - Rocío (Bia) Paola Wong - Vivi Daniela Wong - Tati Maria Fernanda Cerecedo - Anita (Ana) Rodrigo Zurita - Cristián Gómez "Mosca" (Mosca) Iván Rafael González - Guadalberto Stopper "Cork" (Rafa) Herminio Alonso - Luis González "Roña" (Binho) Felipe Colombo - Julián (Júlio) Diego Medina - Matias (Mathias)
Elenco Adulto Ana Serradilla - Belén García (Carolina) Fabian Corres - Martín Morán (Júnior) Luciano Castro - Miguel Pereira (Miguel) Tere Tuccio - Letícia Rivera Mariana Lecuona - Gabriela Morán (Gabi) Masha Kostiurina como Dolores (Cíntia) Marta Aura - Ernestina Correa (Ernestina) José Abdalá - Don Nacho (Chico) Matías Baglivo - Ramiro Morán (José Ricardo Almeida Campos) Andrea Barbieri - Clara (Clarita) Mercedes Pascual - Carlota Morán (Carmen Almeida Campos) Evangeline Martínez - Alicia (Valentina) Jaír de Rubín - Felipe García "Piojo" (Beto) Patricia Rozas - Magdalena
Trilha sonora
Curiosidades Foi segunda adaptação de Chiquititas feita por outro país, a primeira sendo Chiquititas Brasil. Alguns integrantes do elenco da versão mexicana de Chiquititas obtiveram notoriedade posteriormente conhecidos por outros trabalhos: Felipe Colombo entrou para Chiquititas na versão argentina em 1999, como Felipe, um garoto mexicano, tornando-se um dos protagonistas das temporadas seguintes. Mais velho, ele entrou para o elenco de Rebelde Way, como um dos quatro membros da banda Erreway. O cenário era o mesmo das versões argentina e brasileira. As gravações começaram em novembro de 1998 nos estúdios da Telefe em Buenos Aires, porém foi exibida no ano seguinte, em 1999. A novela só durou 2 meses no ar devido a brigas judiciais. Essa foi a única adaptação de uma obra de Cris Morena fora da Televisa, que adaptou os enredos posteriores da autora: Rebelde Way, Floricienta, Amor mio e Verano de 98. O modelo de produção dessa trama seguiu o mesmo tipo de acordo firmado entre Telefe e SBT para a primeira versão brasileira da novela, em que a produção aconteceu na Argentina, porém, com elenco inteiramente mexicano. Essa foi a única versão da novela em que o orfanato Rincón de Luz iniciou a trama com seus internos sendo meninos e meninas, nas versões argentina e brasileira, a casa era exclusivamente feminina, até meados da segunda temporada. Um fato curioso é que essa versão possuía influências com a versão brasileira (nomes, características dos personagens, músicas de fundo e efeitos sonoros).
Ligações externas Informações Sobre a Mini-Novela
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